sábado, 23 de maio de 2009

A favor da pessoa humana ou do comportamento homossexual? Que dizer?

Dia desses estava passando os canais e parei um pouco na TV Câmara, onde uma Audiência Pública escutava representantes de movimentos gays pedindo direito disso e daquilo. Um dos caras disse que o Executivo e o Judiciário já eram aliados dos gays, mas e o Legislativo? "Não vemos essa amizade no Legislativo", foi o que afirmou (ou coisa do tipo).

Impressionante é os gays fazerem exigências das mais esdrúxulas de direitos. Impressionante é o lobby gay tão poderoso e a aquiescência do Governo Lula e do PT a esta ofensiva gay - aliás, este Governo vem se mostrando um inimigo ferrenho de todo valor moral e familiar brasileiros.

Não existe essa de "direitos gays". Direitos existem com base na natureza da pessoa, não com base em comportamentos. O homossexualismo é um comportamento - tanto é que pode ser revertido -, logo, não comporta direitos especiais. Basear direitos em comportamentos é assentar normas em cima de farelos de arroz: isto é, inconsistência.

Os homossexuais têm direitos enquanto seres humanos - como qualquer outra pessoa do mundo! - e não enquanto homossexuais! Do mesmo jeito como um bandido tem direitos enquanto pessoa, não enquanto bandido. Não são comportamentos que geram direitos, mas a natureza da pessoa - e o homossexualismo não faz parte da natureza humana.

E aí alguém dirá: "Ah, então como ser humano eu posso exigir o direito de me casar com meu namorado e adotar uma criança com ele... e seremos família!" [detalhe: esse "alguém" é um homem também também].

Não, amigo, não pode. Como pessoa humana você pode, sim, exigir o direito de constituir família. Mas família significa homem com mulher e seus filhos. Essa é a ordem natural das coisas. Como o pênis está para a vagina (para ser bem direto...). Então, se você, homem (sim, homem, pois nasceu assim!) quiser constituir família, ótimo - mas tem que ser com uma mulher.

O casamento tem de estar aberto à vida, senão não é casamento. Um "casamento" gay está aberto à vida aonde? A sodomia engravida alguém? O sexo oral entre gays procria? Onde está a abertura à vida, que é o motivo de constituir-se uma família?

E onde está o aspecto unitivo neste tipo de casamento, se em sua relação um dá as costas para outro e, quando não se dão as costas, ficam de cabeça pra baixo? Ou será que esse tipo de relação não é, antes de tudo, um jogo de espelhos do tipo narcisista?

Ninguém pode ignorar que a ordem da natureza é uma só: homem e mulher! Assim as coisas estão naturalmente ordenadas, ora! Não se pode mexer nisso; o Estado não tem poder para alterar a ordem natural das coisas.

Para usar um discurso bastante em voga nos dias atuais: é por contrariar a natureza que os homens enfrentam as catástrofes ambientais globais (segundo os ecologistas). Se contrariar a natureza gerou este tanto de problemas, que faz supor que contrariar a natureza humana também não gera?

E já está gerando: caos na família, desestruturação social, crise moral...

E para comprovar este caos basta pôr a cabeça para fora da janela.

A legitimação de um comportamento anti-natural como o homossexualismo carrega consigo conseqüências graves: vai contra a ordem natural das coisas; vai contra a noção de família e casamento; vai contra, pois, a célula-mater da sociedade; vai contra a sociedade; vai contra o próprio homem.

E se vai contra o homem, eu, humanista que sou, não posso aceitar tal coisa.

Eu diria que nenhum humanista pode.

E não me venham com esse de acusar-me de homofobia. Qualquer tipo de opinião contrária hoje em dia se quer acusar sobre a égide do "preconceito", da "discriminação", da "homofobia". Ora, eu não estou mandando matar nenhum homossexual e muito menos instigando a tanto. Sou contrário a este tipo de violência injusta, que não resolve nada.

Mas também não posso ignorar a ordem certa das coisas, e então passar a aceitar o homossexualismo como se fosse um comportamento correto e naturalíssimo - o que não é nunca.

Sou a favor da pessoa com tendência homossexual, mas serei a vida inteira contrário ao homossexualismo e a qualquer tipo de legitimação deste comportamento anti-natural.

Alguns podem ver contradição nesta frase. De fato, os ativistas gays conseguiram elevar ao status de senso comum a noção de que o homossexualismo faz parte da pessoa. Mas não. Como dissemos acima, homossexualismo é comportamento - tanto é que pode ser revertido. É preciso diferenciar a pessoa com tendência homossexual do comportamento ou prática homossexual. São duas coisas distintíssimas. Tanto é que você pode encontrar pessoa com tendência homossexual que não pratica o homossexualismo; e pode encontrar pessoas sem tendências homossexuais que pratica o homossexualismo por safadeza - ou por dinheiro, como o fazem na indústria pornográfica. É prova de que são duas coisas distintas, que podem ser separadas. E, neste sentido, eu posso ser a favor da pessoa que possui tendência homossexual, ao mesmo tempo em que sou contrário ao comportamento ou prática do homossexualismo. E, com efeito, esse é meu pensamento - e por ser a favor da pessoa sou contrário à violência contra ela, ainda que rejeite profundamente o seu comportamento.

Sou pelo homem, não pelos seus comportamentos errados - ai de mim se fosse por estes últimos!

É isto que diferencia qualquer católico de um ativista gay. Um ativista gay não é a favor da pessoa, mas do seu comportamento, mormente o errado. Um católico sempre é a favor da pessoa humana, mas nunca do seu comportamento errôneo. O católico ama o pecador - inclusive ele próprio - , mas não o pecado. E aí o ativista gay odeia o católico.

11 comentários:

  1. Normal... inversão de valores é a lei. O que dizer de um pais que tem um analfabeto como presidente? Penso que, se DEUS perdeu tanto tempo para criar o homem e a mulher, por que ele faria um 3o sexo?

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  2. Falar que a homossexualidade pode ser revertida, sem fazer maiores diferenciações, é falar do que não se estudou.

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  3. Caríssimo Anônimo,

    Não podemos dizer que um psicológo do patamar de Gerard van den Aardweg, PhD em Psicologia pela Universidade de Amsterdam, Holanda, especialista em homossexualismo, com mais de trinta de anos de acompanhamentos a homossexuais, esteja falando do que "não se estudou" quando afirma que a homossexualidade é reversível. O Dr. Aardweg aliás, é responsável por muitas destas reversões: pessoas homossexuais que, conscientes de seu problema (que o Dr. Aardweg não hesita em classificar de "anormalidade"), mudaram radicalmente, tornando-se completamente heterossexuais. Em seus livros "A Batalha pela Normalidade Sexual" e "Homossexualidade e Esperança" o Dr. Aardweg traz ótimos estudos e conclusões, baseados em sua grande cutura e experiência própria. Com certeza ele não fala do que "não estudou". ;)

    []s!

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  4. O Dr. Gerard van den Aardweg é um no meio de muitos outros que comprovam a quase total falha desse tipo de iniciativa. Em seus livros, o Dr. van den Aardweg, de maneira constante, usa estereótipos para tratar da questão. Fora que, ele pode até estár certo, mas isso se fizermos as diferenciações devidas, ou seja, a de que existe uma homossexualidade ocasional, uma periférica e uma estrutural. No caso das duas primeiras podemos falar em possibilidade de mudança (até porque não é a verdadeira orientação sexual da pessoa), na última não.

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  5. Caríssimo,

    Ao Dr. Gerard van den Aardweg podemos aplicar as palavras da Escritura: "Uma voz clama no deserto..." (Isaías 40,3).

    Mas ele não é o único. A Psicóloga brasileira Rozangela Justino, por exemplo, também trabalha com assistência e cura do comportamento homossexual e está até sendo processada pelos gays por ajudar quem é sincero e quer ser ajudado! Leia em: http://rozangelajustino.blogspot.com/

    Também indico o seguinte artigo de Julio Severo, que desmente alguns dosp rincipais argumentos em favor do "homossexualismo inato": http://juliosevero.wordpress.com/2008/09/29/entendendo-algumas-questoes-homossexuais/

    A acusação de que o Dr. Aardweg usa estereótipos é um tanto forçada. Caso contrário, ele não seria uma autoridade respeitada como é. E, de todo modo, com o domínio da Novilíngua do marxismo cultural e do modernismo, que encara tudo como "preconceito" e "discriminação", é difícil saber o que é um "estereótipo" ou não, pois o significado real das palavras é constantemente mudado.

    Com a coragem que possui o Dr. Aardweg de tratar tema tão perigoso sob uma outra ótica, enfrentando a APA e a OMS, não é difícil entender porque alguns lhe acusam de preconceituosos e de utilizar estereótipos: é o único argumento que lhe podem desferir em contrário na impossibilidade de negar sua tese. Este é um dos estratagemas que Schoppenhauer apontava como constituinte do debate desonesto.

    Aliás, eu prefiro crer neste psicólogo com mais de 30 anos de experiência nesta área e que já obteve inúmeras curas de homossexuais em comprovação à sua tese, do que crer na malfadada APA que retirou o homossexualismo do rol dos comportamentos merecedores de tratamento psicoterapêutico cedendo ao lobby gay, e hoje reavalia também a conveniência de legitimar a pedofilia como só mais uma opção sexual!

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  6. Desculpe,sou psicóloga e afirmo que não existe cura para a homossexualidade,aliás,sequer gosto de usar o termo "cura",já que a homossexualidade não é uma doença,e sequer opção,já foi mais do que comprovado que a homossexualidade é resultado de uma maior quantidade de hormônios do sexo oposto que o feto recebe,por exemplo,caso seja um homem,recebe hormônios femininos a mais,a homossexualidade até está presente entre os animais,e nesse caso,como pode dizer que é anti-natural?1.500 espécies de animais praticam a homossexualidade.

    Quanto ao Dr. Gerard,fica perfeitamente claro que ele,seguindo uma religião que prega que a homossexualidade é um "comportamento errado",obviamente ele assim a classificaria,dizer que ele pode reverter é loucura,o máximo que ele pode fazer é confundir a cabeça de seus pacientes,que,graças a ele,se sentem mais culpados por serem homossexuais e perante a sociedade começam a ter um comportamento "aparentemente" heterossexual,porém,secretamente,continuam tendo relações sexuais com pessoas do mesmo sexo.

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  7. Em um certo ponto,você diz que o casamento deve gerar vida,nesse caso,você acredita que uma pessoa estéril não possa se casar?

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  8. Olá, Fernanda!

    Bem, ninguém falou da religião do Dr. Gerard. Aliás, eu nem sei de que religião ele é; ficaria feliz se me informasse. Mas talvez você tenha colocado religião no meio pensando que é impossível combater o homossexualismo de um ponto de vista científico, apesar de muitos já terem mostrado o contrário.

    Você é psicológa? Ótimo! Talvez nunca tenha conseguida reverter o homossexualismo porque, fechada no status quo modernizante e gayzista e crendo na APA - que encara o homossexualismo como normal por aquiescência ao lobby gayzista -, nunca tentou usar os métodos de tratamento utilizados por uma colega sua, a Dra. Rozangela Justino. Mas, fazer o quê, né? Melhor nem tentar, se você quiser continuar defendendo o lobby gayzista.

    E usar os animais para defender o homossexualismo é golpe baixo... Primeiro porque o que diferencia os seres humanos dos animais é justamente o fato de que os seres humanos não são animais irracionais, e podem controlar e barrar seus vícios - entre os quais o homossexualismo, ou qualquer outra coisa contrária à virtude. E segundo porque você ignora que o homossexualismo em espécies animais é tão ou mais restrito quanto na espécie humano, continuando, pois, a ser anormal. Não cola, pois, esse argumento fraco...

    Olá, Anônimo! A esterilidade é uma triste realidade para o casal. Mas claro que uma pessoa estéril pode se casar; o importante é que sua relação sexual esteja aberta à vida (a esterilidade aí é um fardo, um sacrifício a oferecer a Deus, não um obstáculo ao casamento), apesar de fatores naturais não permitirem o surgimento da vida. É fundamentalmente diferente de pessoas que podem gerar a vida e não a geram por vontade própria [e errada], como os gays e os casais que recorrem à contracepção. Hoje a medicina possui largos recursos contra a esterilidade; esgotados os recursos moralmente legítimos, resta ao casal unir seu sofrimento à Cruz de Cristo, e estar sempre aberto ao dom da vida: quem sabe Deus não lhes recompensa pela sua fidelidade, como fez a Sara e Abraão, Santa Ana e São Joaquim, Santa Isabel e São Zacarias?

    []s!

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  9. Em relação ao argumento de que "usar os animais para defender o homossexualismo (sic) é golpe baixo", há, no mínimo, uma contradição em seu argumento. É exatamente por não serem racionais, que os animais irracionais agem de forma natural, considerando até que um dos sinônimos de "natural" é "espontâneo". A razão pode muitas vezes coibir o que é espontâneo. Sendo assim, argumentar que o que nos difere dos animais irracionais é que somos racionais, seu argumento ratifica a ideia de que os animais podem agir de forma natural ainda mais do que nós, humanos e racionais.
    Já sobre o seu argumento de que, tanto entre humanos quanto entre animais irracionais, a presença da homossexualidade é restrita em relação a heterossexualidade, caracterizando, ao seu ver, anormalidade, passaríamos então a uma série de conclusões errôneas, de acordo com as quais canhotos ou ruivos seriam anormais. É no mínimo imprudente rotular como anormalidade algo sobre o qual a ciência ainda não tem uma resposta definitiva. Ainda mais num assunto tão delicado como este. É ignorar o impacto negativo que isso pode ter em tantas famílias, pelas quais o senhor tanto diz prezar. É repetir o erro da imprudência que os católicos já cometeram tantas vezes ao longo da história, devido à precipitação em sentenciar algo ainda incerto.
    Finalmente, ao argumentar que os estéreis podem se casar por ser a esterilidade uma condição alheia à sua vontade, o senhor deveria ao menos considerar a possibilidade de que a homossexualidade (e não o comportamento homossexual) também não seja uma escolha. Além disso, todo o seu argumento sobre o fardo a ser carregado e tudo mais poderia ser facilmente aplicado à homossexualidade, uma vez que estes carregam um fardo também muito grande, graças a pessoas que concluem coisas que ainda não podem ser concluídas. E, por último, gostaria apenas de ressaltar o fato de que considerando família apenas como a união entre homem, mulher e filhos, o senhor ignora todas as vertentes de nossa sociedade, que poderia ser muito mais realizada e feliz se ampliássemos nossa visão de família. Adoção, aliás, não parece ser uma possibilidade para o senhor, já que não foi citada como opção nem mesmo aos casais que carregam o fardo da esterilidade. Acredito que a adoção não deva ser tratada como segunda opção, como no caso em que o casal não pode ter um filho biológico, mas, como nem nessa condição o senhor a considerou, vejo que sua preocupação com a constituição da família não se estende às crianças abandonadas.
    Pois então que mantenhamos a sociedade assim, homossexuais sem o direito de constituir família, casais estéreis com um fardo até que se alcance uma recompensa divina, e as crianças abandonadas para os padres, talvez!

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  10. Caríssima Ludmila,

    Primeiramente, parabéns por ter assinado com seu nome. Muitos aqui se escondem atrás do "Anônimo".

    "Natural" não é "espontâneo" a não ser na linguagem coloquial, minha querida. Em linguagem mais séria, "natural" quer dizer "conforme a ordem da natureza". Ora, a ordem da natureza é pênis-vagina (tanto pelo encaixe perfeito quanto porque daí nascem frutos...). A prova de que pênis-ânus não é natural está justamente na resistência do ânus em receber qualquer coisa que venha de fora, mas nenhuma resistência em excretar o que vem de dentro: o ânus é para sair, não para entrar. Isto quer dizer que a ordem natural das coisas é o heterossexualismo, não o homossexualismo.

    E d'onde você concluiu que eu não apóio adoção? Adoção, sim! Por casais, pois as crianças merecem pai e mãe. Aliás, é essencial para sua educação.

    Suas ironias e bobagenzinhas fora da racionalização não vou nem comentar...

    Att,

    Taiguara.

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  11. Eu sou Evangélica ,mas dependente de religião ,concordo que deve ser homem e mulher passou disso ,Deus não aceita e pronto ,quem somos nós para dizer que Deus está errado,olha o que Deus diz a respeito,
    Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro" (Romanos 1:26-27
    "Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas . . . herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6:9-10)

    Deus aprova as relações sexuais entre um homem e sua esposa legítima (de acordo com a lei de Deus). Todas as outras relações sexuais sejam homossexuais ou heterossexuais são sempre e absolutamente proibidas (Hebreus 13:4). Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsa-bilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).

    Romanos 1:24-27 – “Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. Deus não aceita e pronto Deus sabe todas as coisas e devemos o obedecer ,Amém.

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