segunda-feira, 8 de junho de 2009

Leituras obrigatórias para um bom soldado (nº 2): "Como Vencer um Debate sem precisar ter Razão", de Arthur Schopenhauer

Estou lendo - a duras penas, dado meus compromissos com a faculdade - um livro que me foi emprestado por um amigo do Curso de Direito. Trata-se de "Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão" (Rio de Janeiro: Topbooks, 1997), que traz os manuscritos de Arthur Schopenhauer sobre a Dialética Erística (i.e, o debate desonesto, mais com a ambição de vencer do que o intuito de encontrar a verdade) com anotações e comentários do grande filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, arauto da resistência anti-comunista em nossa nação.

O objetivo do livro não é ensinar como levar à cabo um debate desonesto (não foi esse o objetivo de Schopenhauer, nem o é tampouco o de Olavo). O objetivo é mostrar as técnicas utilizadas por alguns modernos formadores de opinião - na maioria das vezes ideólogos manipuladores - com o intuito de conduzir massas de homens como a marionetes, através de argumentos falsos que parecem verdadeiros - os sofismas.

Schopenhauer revela os 38 estratagemas utilizados pelos debatedores desonestos e manipuladores para convencer os ouvintes de que suas idéias esdrúxulas são verdadeiras, imbecilizando-lhes e controlando-lhes como a bestas encoleiradas, aceitadoras das maiores bobagens como fatos irrefutáveis. As notas e os comentários de Olavo de Carvalho adicionam um brilho sem igual à obra, sendo o filósofo brasileiro um dos que mais luta contra a imbecilidade coletiva (aliás, este é o título de um de seus livros, "O Imbecil Coletivo").

No contexto brasileiro atual, a leitura de "Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão" é indispensável para entender como o Governo Federal, os marxistas, os ativistas gays, os Teólogos da Libertação, os abortistas, e demais castas podres, manipulam a opinião pública, fazendo com que muitas pessoas, renegando as leis naturais e os valores morais mais caros à nossa nação, ajam roboticamente na desefa de ideais revolucionários e desastrosos, tanto para a política, quanto para a consciência e inteligência do povo brasileiro, quanto para seu senso religioso e moral.

Indico, portanto, com as maiores honras, a leitura deste ótimo livro!

Por amor à inteligência e à sanidade, não deixem de lê-lo!

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