quarta-feira, 22 de julho de 2009

Cartas a um Bispo - Sobre a Santa Missa

Nota prévia: Publico a seguir, passados vários meses, duas cartas que escrevi a meu Bispo Diocesano, Dom Jaime Vieira Rocha, Bispo da Diocese de Campina Grande (PB), sobre a questão da Liturgia e da Santa Missa em nossa cidade. A quem interesse argumentos em favor de uma Liturgia mais digna e respeitosa, esta publicação pode ser útil. Nenhuma das seguintes cartas foi respondida por Sua Excelência, o Bispo Dom Jaime Vieira Rocha. Em Cristo, T.F.S.

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Primeira Carta - 7 de Fevereiro de 2009

Excelentíssimo Dom Jaime Vieira Rocha,

Pax et Bonum!

Sua bênção, Excelência!

Escrevo esta missiva a Vsª Excia. para tratar de tema de crucial importância para nossa Diocese: a Santa Missa.

Não é segredo para Vsª Excia. a minha sincera devoção à Santa Missa codificada após o Concílio de Trento, a chamada Missa Tridentina. Esta devoção, como Vsª Excia. bem sabe, não deriva de um espírito de separação para com Roma ou por mero saudosismo; ao contrário, como já tivemos oportunidade de conversar em uma das Audiências que Vsª Excia. me concedeu, sou um fiel defensor e seguidor do Concílio Vaticano II e também da Missa Nova de Paulo VI, da qual participo e até acolito.

O Papa Bento XVI, seguindo o seu Predecessor, o Servo de Deus João Paulo II, liberou universalmente a Missa Tridentina, e assim qualquer sacerdote pode celebrar livremente a Missa Tridentina sem que para isto necessite de alguma permissão da Sé Apostólica ou do Ordinário local (art. 2º do Motu Proprio Summorum Pontificum). Pelo mesmo Motu Proprio, o Santo Padre dá igual cidadania na Igreja para a Missa Tridentina e para a Missa Nova, não sendo uma menos católica ou menos santa que a outra (art. 1º). De tal maneira que a existência, numa Diocese e em suas paróquias, das duas Formas do Rito Romano – ou seja, da Missa Tridentina e da Missa Nova – não só é desejável como até necessária, para que os fiéis possam ter direito a conhecer todo o patrimônio litúrgico da Santa Igreja, tão rico e belo, e assim amem mais, por conhecer mais, a Liturgia da Santa Igreja.

Entretanto, passados quase 2 anos da promulgação do Motu Proprio Summorum Pontificum, não vejo em Campina Grande nenhuma iniciativa no sentido de dar aos fiéis o direito de conhecerem e participarem da Santa Missa Tridentina. Ao contrário, o Motu Proprio parece ter caído em esquecimento nesta Diocese, como também a necessidade dos fiéis de também assistirem à Missa Tridentina.

Seguindo o roteiro estabelecido pelo próprio Documento do Papa, deveria escrever ao meu pároco ou a algum Padre da Diocese para que garanta aos fiéis a Santa Missa Tridentina; entretanto, soube por meio de amigos que tentativas neste sentido foram frustradas, pois os sacerdotes vêm rejeitando estes pedidos, como se a Santa Missa Tridentina fosse uma aberração obsoleta e indesejável, como se não fosse católica, e como se nós, os fiéis que as pedimos, tivéssemos algum problema ou não estivéssemos em comunhão com a Igreja e com o Papa – nada mais falso, dado que a Santa Missa Tridentina possui, sim, cidadania na Igreja, conforme muitas vezes expressaram os Papas João Paulo II e Bento XVI, e os fiéis apegados a esta Liturgia são tão católicos quanto quaisquer outros.

Não havendo como os sacerdotes atenderem aos fiéis que pedem a Santa Missa Tridentina, o Motu Proprio nos indica pedirmos ao Ordinário local uma solução para o pedido. É nesta fase que estou, e por isso escrevo a Vsª Excia.

Excelência, são muitos os fiéis apegados à Missa Tridentina nesta cidade. Eles são em sua maioria jovens – como eu – que descobriram as belezas da Forma Tradicional do Rito Romano pela Internet ou por cidades vizinhas que já possuem a Santa Missa Tridentina. Temos também adultos e idosos entre nós. Os fiéis apegados à Santa Missa Tridentina não são só da cidade de campina Grande – embora aqui haja um grande número – mas também de Boqueirão, Esperança, e, ao que me consta, de outras áreas circunvizinhas.

Como Pastor nosso, Vsª Excia. foi incumbido pela Igreja e pelo próprio Cristo de estar atento e procurar sanar as necessidades espirituais dos fiéis, conforme ensina o Concílio Vaticano II:

"Pelo que os Apóstolos trataram de estabelecer sucessores, nesta sociedade hierarquicamente constituída. Assim, não só tiveram vários auxiliares no ministério mas, para que a missão que lhes fora entregue se continuasse após a sua morte, confiaram a seus imediatos colaboradores, como em testamento, o encargo de completarem e confirmarem a obra começada por eles, recomendando-lhes que velassem por todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo os restabelecera para apascentarem a Igreja de Deus (cfr. Act. 20, 28)" (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Dogm. Lumen Gentium, n.20).

"Cada Bispo, a quem é confiada uma igreja particular, apascenta em nome do Senhor as suas ovelhas, sob a autoridade do Sumo Pontífice, como próprio, ordinário e imediato pastor, exercendo em favor das mesmas o múnus de ensinar, santificar e governar" (Conc. Ecum. Vaticano II, Decreto Christus Dominus, n.11).

"No exercício do seu múnus de pais e pastores, comportem-se os Bispos no meio dos seus como quem serve, como bons pastores que conhecem as suas ovelhas e por elas são conhecidos como verdadeiros pais que se distinguem pelo espírito de amor e de solicitude para com todos, de modo que todos se submetam facilmente à sua autoridade recebida de Deus. Reúnam à sua volta a família inteira da sua grei e formem-na de tal modo que todos, conscientes dos seus deveres, vivam e operem em comunhão de caridade" (Conc. Ecum. Vaticano II, Decreto Christus Dominus, n.16).

Ora, nós somos também ovelhas confiadas a vós. Somos também filhos vossos. Todos os fiéis tradicionais desta Diocese são também vossa família, fazem parte dela igualmente, não estão fora dela, mas inserido na grande família, da qual vós sois o Pastor. E estes filhos vossos possuem também suas necessidades espirituais, e de todas a mais premente e importante é a necessidade da Santa Missa Tridentina, à qual somos apegados não por mero saudosismo ou por sentimento de ódio, mas por amor desta Liturgia que por tantos séculos alimentou à Igreja, e pela qual nós mesmos nos sentimos alimentados e nutridos espiritualmente da melhor forma. E este nosso desejo é legítimo, é lícito, não é cismático nem anti-cristão, mas um sentimento perfeitamente católico e endossado pela Santa Igreja e por Sua Santidade, o Papa.

Não vejo, portanto, motivo plausível para que não se implante, em atendimento a uma necessidade espiritual legítima de muitos fiéis – entre os quais, eu mesmo –, a Missa Tridentina nesta Diocese.

Alega-se que é uma Missa antiga, obsoleta, sem razão de ser. Ora, na Igreja temos coisas velhas e novas, e tanto umas como outras são santas e católicas. O Santo Terço tem mais de quase 1000 anos de idade, e até hoje é rezado pelos católicos, estimulado pelos Papas e pedido pela Virgem Maria. pouco importa, na Igreja, se uma coisa é antiga ou nova: o que é realmente importante é se é santa e católica; e isso sabemos que a Missa Tridentina é, pois possui cidadania plena na Igreja, e santificou muitos homens e mulheres, como São João Maria Vianney, Santo Inácio de Loyola, Santo Afonso Maria de Ligório, Santa Teresa de Jesus, Santa Teresa do Lisieux, São Josemaría Escrivá... só para citar alguns santos que durante toda sua vida comungaram das delícias desta belíssimas liturgia. Portanto, a alegação de que a Missa Tridentina é antiga e por isso não possui razão de ser é infundada. Não devemos estar fechados numa mentalidade farisaica, mas, ao contrário, ser como "o escriba instruído nas coisas do Reino dos céus (...) que tira de seu tesouro coisas novas e velhas" (Mateus 13, 52).

Alega-se que esta Missa é contrária ao Concílio Vaticano II. Nada mais falso. Basta observar que durante todo o Concílio Vaticano II, em todas as suas sessões e todos os dias, era celebrada não uma outra Missa, mas a Missa Tridentina: como duas coisas contrárias poderiam conviver juntas? Se o Concílio Vaticano II e a Missa Tridentina fossem mesmo opostos e imiscíveis, como puderam conviver juntos durante os 3 anos de celebração do Concílio Ecumênico? O Papa Bento XVI desmentiu esta alegação em sua Carta aos Bispos acompanhando o Motu Proprio Summorum Pontificum, onde afirma que "tal receio não tem fundamento".

Alega-se também que o ethos da Missa Tridentina não está conforme o Concílio Vaticano II. Fala-se do latim na Missa Tridentina e da posição do Padre "versus Deum", como se o Concílio Vaticano II tivesse abolido ambas as coisas. Tal pensamento advém de uma visão distorcida do Concílio Vaticano II, pois este Concílio Ecumênico nem aboliu o latim nem a posição "versus Deum". O latim permanece como língua própria do Rito Romano e a posição "versus Deum" continua sendo a posição própria do celebrante da Missa. E isto mesmo na Missa Nova de Paulo VI, que é, também ela, em latim e versus Deum: como dizer, pois, que o latim na Missa e a posição versus Deum contrariam o Concílio Vaticano II, se mesmo na Missa Nova permanece o latim e essa posição?

Alegar que a Missa Tridentina é contrária ao Vaticano II por ser em latim revela um completo desconhecimento deste Concílio Ecumênico. É falar do que não se sabe, justificar algo em nome do Concílio sem sequer conhecer o Concílio. Ora, o próprio Concílio Vaticano II estabelece o latim como língua própria da Liturgia. Está no texto da Constituição Sacrosanctum Concilium, Sobre a Liturgia:

"Deve conservar-se o uso do latim nos ritos latinos" (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Liturg. Sacrosanctum Concilium, n.36, §1).

"Tomem-se providências para que os fiéis possam rezar ou cantar, mesmo em latim, as partes do Ordinário da Missa que lhes competem" (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Liturg. Sacrosanctum Concilium, n.54).

"Conclua-se o mais depressa possível a obra, felizmente iniciada, da revisão do Saltério, procurando respeitar a língua latina cristã, o seu uso litúrgico mesmo no canto, e toda a tradição da Igreja latina" (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Liturg. Sacrosanctum Concilium, n. 91).

"Conforme à tradição secular do rito latino, a língua a usar no Ofício divino é o latim" (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Liturg. Sacrosanctum Concilium, n. 101, §1).

Ora, todos estes trechos foram retirados da Constituição sobre a Liturgia do Concílio Vaticano II, o que mostra que o latim na Missa não é "contrário" ao Concílio, como erroneamente pregam alguns, sem sequer conhecerem o Vaticano II.

Sobre a posição versus Deum do sacerdote, o Concílio Vaticano II sequer fala em modificá-la, o que fez a Sagrada Congregação para o Culto Divino concluir, já em 1993, em notificação aprovada pelo Papa João Paulo II, que a posição versus Deum permanece como posição própria do celebrante da Missa, mesmo na Missa Nova.

Portanto, estas alegações contrárias à Missa Tridentina são completamente infundadas, com base no próprio Concílio Vaticano II e no Magistério dos Papas João Paulo II e Bento XVI.

O receio do Clero de que "o fiel não entenda a Missa porque ela é em latim" também é infundado, pois a Igreja há muito estimula, tanto na Missa Tridentina quanto na Missa Nova, o uso de Ordinários bilíngües (latim-português) para aqueles que desejam entender o texto da Missa. Além disso, sendo o português uma língua diretamente derivada do latim, não há tanta dificuldade em reconhecer as palavras mais fundamentais do texto da Missa. Seria muito mais difícil reconhecê-lo num país que falasse língua anglo-saxã, como o inglês, por exemplo: e mesmo assim, nos EUA e na Inglaterra a Missa Tridentina é há muito celebrada, como também a Missa Nova em latim, e as igrejas são sempre lotadas, como expressam sacerdotes destes países.

Além disso, a alegação de que a Missa Tridentina tem "o padre de costas para o povo" é um capricho infundado e até mesmo infantil, pois o fiel sabe que o padre não está "de costas para o povo", mas sim "de frente para Deus". O padre está tomando a mesma posição do povo e orientando o povo no sentido de Deus. a posição versus Deum é a posição tradicional de oferecimento da Missa, desde a época dos Apóstolos, como testemunham-no as Liturgias orientais e os mais antigos Missais da Liturgia Romana, os quais podemos seguir até os primeiros séculos da Fé Cristã.

Diante de tudo isto, não há justificativa plausível para que se tenha, como alguns padres desta Diocese demonstraram, resistência à Missa Tridentina, como se esta fosse uma aberração anti-católica e blasfema, e como se os fiéis a ela apegados possuíssem algum tipo de doença ou estivessem necessariamente em cisma; ao contrário, eu sou tão católico quanto qualquer outro fiel desta Diocese, estou em comunhão com a Igreja tanto quanto qualquer outro, mesmo desejando de todo o coração a Missa Tridentina, e este meu desejo é legítimo e referendado pela Santa Igreja; o mesmo vale para todos os fiéis apegados às formas tradicionais da Santa Missa.

Excelência, nós não somos nem hereges nem cismáticos. Se a Missa Tridentina fosse celebrada nesta Diocese, ela não seria rezada por outro Bispo ou por outro Papa: ela seria rezada exatamente "pelo vosso servo, o Papa Bento, pelo nosso Bispo Jaime, e por todos os Bispos ortodoxos, aos quais incumbe a guarda da fé católica e apostólica" ("una cum fámulo tuo Papa nostro Benedictus e Antístite nostro Jacobo et ómnibus orthodoxis, atque cathólicae et apostólicae fidei cultóribus"). E quando unirmos nossos corações às intenção do sacerdote e da Igreja, unir-nos-emos em torno do nosso Pastor, que não é outro, senão Jaime, e em torno do Nosso Sumo Pontífice, que não é outro, senão Bento. Não somos, portanto, cismáticos nem hereges.

Somos filhos vossos, ovelhas do vosso rebanho. E como filhos vossos, temos também nossas necessidades espirituais, às quais o Bispo deve estar atento. E a mais premente destas necessidades é a Santa Missa Tridentina.

Portanto, Excelência, em meu nome e de todos os fiéis desta Diocese que são apegados à Missa Tridentina, peço que Vsª Excia. atenda nosso sincero pedido, feito com a mais profunda reverência e respeito, de que providencie um sacerdote e uma igreja nesta Diocese para que se celebre aos domingos (ou aos sábados) a Santa Missa Tridentina. Não pedimos nenhum igreja grandiosa ou de muito realce, mas apenas um lugar onde esta nossa necessidade possa ser devidamente sanada, e onde possamos ter regularmente a Santa Missa Tridentina.

Todos os fiéis tradicionais desta Diocese – entre os quais este que vos escreve – esperamos de Vsª Excia. providências no sentido da aplicação do Motu Proprio Summorum Pontificum e da solução desta premente necessidade espiritual destas ovelhas a vós confiadas, necessidade esta de ter regularmente a Santa Missa Tridentina.

Reiteramos: não somos cismáticos nem hereges. Somos filhos vossos tanto quanto quaisquer outros nesta Diocese. E nos sentiremos profundamente felizes e gratos se pudermos rezar, na Santa Missa Tridentina todos os domingos, por vosso ministério episcopal e pelo do Papa Bento XVI.

Fico no aguardo de vossa resposta.

Meu cordial abraço!

Peço-vos vossa bênção.

Atenciosamente,

--
Taiguara Fernandes de Sousa.

"Omnes cum Petro, ad Iesum per Mariam!"
(Todos com Pedro, a Jesus por Maria!)

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Segunda Carta - 24 de Fevereiro de 2009

Excelentíssimo Dom Jaime Vieira Rocha,
Pax et Bonum!

Hoje (24/02) assisti à Missa de encerramento do "Crescer", na qual Vsª Excia. foi o Presidente da celebração.

Nesta Missa, na Homilia, Vsª Excia. falou sobre a diversidade de carismas na Igreja, como a Santa Igreja acolhe com amor a todos os carismas e suas formas próprias de se dirigir a Deus, sua espiritualidade própria, como ela apóia e promove os novos movimentos e comunidades eclesiais.

Com efeito, este é o ensinamento católico sobre a diversidade: "Contudo, desde a origem, esta Igreja una se apresenta com uma grande diversidade, que provém ao mesmo tempo da variedade dos dons de Deus e da multiplicidade das pessoas que os recebem. Na unidade do Povo de Deus se congregam as diversidades dos povos e das culturas. Entre os membros da Igreja existe uma diversidade de dons, de encargos, de condições e de modos de vida; 'na comunhão eclesiástica há, legitimamente, Igrejas particulares gozando de tradições próprias'. A grande riqueza desta diversidade não se opõe à unidade da Igreja" (Catecismo da Igreja Católica, n.814).

Ora, isto foi exatamente o que Vsª Excia. pregou em vossa homilia.

Animado pelas vossa homilia, venho escrever-vos mais uma vez intercedendo por todos os fiéis da Diocese de Campina Grande apegados às tradições litúrgicas mais genuinamente católicas.

Sabendo que, como ensina a Igreja, "a grande riqueza desta diversidade não se opõe à unidade da Igreja", peço de Vsª Excia. uma atitude de generosidade e amabilidade para com os fiéis de vossa Diocese que são ligados às tradições litúrgicas e apegados ao nosso rico patrimônio litúrgico católico, para que sejam atendidos em suas necessidades espirituais para com o Sacramento.

Rogo a Vsª Excia que nos permita ter em nossa Diocese, dominicalmente, a Santa Missa Tridentina.

Se Vsª Excia achar que não é possível atender-nos este pedido, peço que nos atenda um outro: que nos permita ter dominicalmente a Missa Nova, segundo o Missal Novo de Paulo VI, em latim, utilizando-se o português apenas nas Leituras, na homilia e nas partes móveis da Missa (o Próprio da Missa).

Conheço Padres que têm perfeita condição de celebrar na forma ordinária do Rito Romano em latim. Basta apenas que Vsª Excia nos conceda vossa permissão generosa e amável, e a garantia de que não haverá represálias, além de designar uma capela para isso.

Rogo a Vsª Excia. que seja amável e generoso para com o nosso carisma, e possa acolher com amor este grupo de fiéis de vossa Diocese que possui este sadio apego à tradição litúrgica da Santa Igreja, atendendo-nos a este pedido.

Peço-vos vossa bênção.

Meu cordial abraço!

Atenciosamente,

--
Taiguara Fernandes de Sousa.

"Omnes cum Petro, ad Iesum per Mariam!"
(Todos com Pedro, a Jesus por Maria!)

PER PERGNUM CHRISTI AD GLORIAM DEI!

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