sábado, 18 de julho de 2009

Padre Fábio de Melo e os "sites conservadores"

O Padre Fábio de Melo se incomodou com a cobrança que vários apostolados católicos na internet estão lhe fazendo. Não se trata somente da histórica cobrança de que use uma batina ou clergyman ao invés de promover sua marca de Jeans Eclesiástico, mas, principalmente, a cobrença de que pregue conforme a verdadeira fé e não fique iludindo pobres almas com discursos românticos e sentimentalistas, porém relativistas e heréticos - "humanos demais".

Entre os Apostolados que mais exigiram decoro do Padre Fábio à sua função sacerdotal e à Doutrina da verdadeira e única Igreja - sob e pela qual foi ordenado - está o Apostolado Veritatis Splendor. O Veritatis publicou uma série de textos em seu Blog denunciando erros doutrinários concernentes à pregação do Padre Fábio de Melo. Uma lista destes textos pode ser vista neste link.

E Sua Reverendíssima parece ter conferido o nosso Blog. Em recente programa exibido na TV Canção Nova - o seu Direção Espiritual - Sua Revma. manda um recado aos "conservadores":
"Quantas vezes em sites do cristianismo tradicionalista você tem verdadeiras agressões a padres. Conteúdos extremamente agressivos. Porque o padre é moderno, porque o padre é isso e aquilo... Aí eu pergunto: 'tudo bem, você tem todo o direito de não gostar deste ou daquele padre, mas em nome da caridade que você deveria professar, você não tem o direito de escrever o que você escreve, de fazer o julgamento que você faz'", dizia, e isso tudo com o dedo em riste.
Sua Revma. talvez esteja se referindo ao apelido que lhe foi dado em vários meios católicos - o qual também foi adotado pelo Veritatis Splendor em alguns de seus textos - e que resume sua postura enquanto sacerdote: Padre "Fashion de Melo". Outros apelidos resumem seu discurso sentimental, romântico e relativista demais: Padre "Fala de Mel" ou "Favo de Mel".

A despeito da ironia que estes apelidos comportam, eles não são ofensivos nem faltam com a caridade. Isso se se entende a caridade como a Igreja entende, e não como os relativistas entendem. Porque se você entende a caridade como os relativistas, então você tem que ser caridoso com tudo - tudo mesmo! -, fechar os olhos, os ouvidos e a boca diante do erro, eximir-se de pregar o Evangelho e dizer para quem está errado: "tudo bem, tudo bem, você tem direito..." Mas se você entende a caridade como a Igreja de Deus entende - e é assim que todos deveriam entender se quiserem caminhar nas vias da retidão - a caridade comporta também a correção do erro, a denúncia do erro, até uma denúncia vigorosa, proporcional à gravidade do erro. Por que, como se pode ter amor por alguém e deixá-lo no erro? Como se pode dizer que se ama ao próximo e consentir que permaneça na lama que poderá levá-lo a perder a vida eterna - e simplesmente para não desagradar seu ego importante nesta vida?

Sempre atuais as palavras de São Josemaría Escrivá, patrono do En Garde!:
"Se a tua amizade se rebaixa até converter-te em cúmplice das misérias alheias, reduz-se a triste compadrio, que não merece o mínimo apreço" (Sulco, n.761)
Não! A caridade não consente ao erro. A caridade repugna o erro, denuncia-o, exige correção. A caridade não prescinde da verdade.

Para a exigência de caridade feita pelo Sua Revma., o Padre Fábio de Melo, relevamos apenas um trecho da Encíclica Caritas in Veritate, do Santo Padre, o Papa Bento XVI:
"Um cristianismo de caridade sem verdade pode ser facilmente confundido com uma reserva de bons sentimentos, úteis para a convivência social mas marginais. Deste modo, deixaria de haver verdadeira e propriamente lugar para Deus no mundo. Sem a verdade, a caridade acaba confinada num âmbito restrito e carecido de relações..." (n.4).
E o Cristianismo verdadeiro não é uma "reserva de bons sentimentos", uma reserva de romantismo e sentimentalismo, como parece querer - e demonstra - o Padre Fábio de Melo. Se a caridade prescindisse da verdade, como ensina o Papa, "acabaria confinada num âmbito restrito e carecido de relações". Ora, se fechássemos os olhos aos terríveis erros doutrinários do Padre Fábio de Melo em nome da caridade, poderíamos ter com ele uma ótima relação - e que caridade é essa que fica "confinada num âmbito restrito e carecido de relações"? É qualquer uma, menos a caridade cristã. Porque essa, especificamente falando, não prescinde da verdade e não se confina no âmbito das relações humana, mas visa a atingir o profundo da alma humana em sua resposta a Deus.

Não é possível, pois, que em nome da caridade prescindamos da Verdade, fechando os olhos ao erro, como parece exigir o Padre Fábio de Melo. Non possumus!

Aliás, se o Padre Fábio de Melo tivesse lido com atenção os textos do Blog VS - e parece que os leu, mas sem atenção - teria visto o artigo do Rafael Vitola, onde esclarece, em resposta às fãs do Padre que se insurgiam contra nós num furor realmente fanático e sectário:
"A dureza nos artigos sobre o padre Fábio de Melo, e mesmo as ironias, se devem ao fato de que o referido sacerdote extrapolou, há muito, o limite da tolerância. Suas heresias e sua postura (e o mal que ele faz, com sua legião de fanáticas) são bem piores do que um Mons. Jonas Abib da vida. A cada mal o seu remédio. Nunca o VS foi tão duro pois não se tinha apresentado um monstro tão nefasto quanto o referido sacerdote. [...] Ordinariamente, a caridade se manifesta pela doçura. Mas, em situações extraordinárias, é preciso firmeza e até certo sarcasmo que sirva para chamar a atenção das pessoas envolvidas. Julgamos ser este o caso. Claro que a forma importa. Claro que não é só o conteúdo o importante. Mas no caso do padre Fábio, usamos uma forma mais incisiva de modo proposital. A regra é a docilidade, mas, por vezes, a caridade pede mais dureza nas palavras. Julgamos que as ações do padre Fábio são gravíssimas, pelo mal que fazem e pelo fanatismo que despertam. Daí que, se as admoestações mais doces de antes não adiantaram, pensamos ser a hora de 'trançar o chicote'".
Ora, em poquíssimas palavras o Vitola esclareceu perfeitamente a questão. Não podemos esquecer que, cheio de caridade, mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo chamou a São Pedro de Satanás quando este lhe tentou (Mateus 16,23); e que São Paulo, pela caridade, anatematizou quem pregasse outros evangelhos, que não de Cristo (Gálatas 1,8-9). Vale lembrar que o próprio São Paulo ordenou a Timóteo que censurasse e probisse a pregação de "doutrinas extravagantes", e dizia que "esta recomendação só visa a estabelecer a caridade, nascida de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera" (I Timóteo 1,5). A caridade nasce de uma fé sincera, ensina São Paulo! Não adianta prescindir da verdade em nome da caridade, pois, como afirma o Papa Bento XVI, esta caridade só seria uma "reserva de bons sentimentos", uma caridade falsa. A caridade não tolera o erro, ela não fecha os olhos ao erro. É isso que Sua Revma. o Padre Fábio de Melo deveria compreender - ou aprender, se ler com seriedade as cartas de São Paulo e a Encíclica Caritas in Veritate.

O Padre Fábio de Melo ainda acusa os "sites conservadores", "tradicionalistas", de serem cristãos irresponsáveis, por estarem "julgando o outro":
"Cristão que se coloca para julgar o outro publicamente sem ao menos ter tido a oportunidade de se sentar com ele, isso é no mínimo cristianismo irresponsável".
Acusação infundada do começo ao fim, mas sedutora, admitimos, pela beleza e ordenação de suas palavras. Infundada, em primeiro lugar, por afirmar que tal "julgamento" foi feito sem um prévio "sentar para conversar". Ora, séculos atrás - desconsiderem a hipérbole - o Prof. Alessandro Lima, Diretor do Apostolado Veritatis Splendor, enviou uma carta à TV Canção Nova e ao Padre Fábio de Melo questionando-lhe sobre o seu desuso da veste talar, sua falta de decoro na escolha de vestimentas e também sobre suas pregações duvidosas. Não recebeu resposta. Há mais de um mês um amigo meu, do Regnum Christi de Recife, o Gustavo Souza, escreveu uma carta aberta ao Padre Fábio de Melo, pedindo-lhe esclarecimentos sobre sua lastimável entrevista; há três dias, no dia 15 de Julho, conversava com o Gustavo e este me relatava que até agora não tinha recebido resposta, e já até escrevera uma outra cobrando novamente os esclarecimentos.

Ou seja, se alguém não quer "sentar para conversar", com certeza não são os representantes dos "sites conservadores".

Acusação infundada, em segundo lugar, pela sua noção de "julgamento". O Padre Fábio crê que denunciar o erro do outro é "julgá-lo" e que ninguém tem o direito de julgar o outro; provavelmente porque Cristo disse: "Não julgueis e não sereis julgados" (Mateus 7,1). Ora, a interpretação errônea que o Padre dá a este mandamento de Nosso Senhor advém da sua errônea compreensão do que seja caridade. Já falamos da compreensão de caridade segundo o Evangelho e sabemos que esta não prescinde da verdade; portanto, denunciar o erro para corrigir o outro não ofende a caridade e, pelo contrário, é um dever da caridade, uma obra de misericórdia espiritual, segundo ensina a Santa Madre Igreja. Não é, pois, um pecado de "julgamento", como aduz Sua Reverendíssima.

O Padre Fábio de Melo lembra demais daquele trecho em que Jesus nos manda não julgar para não sermos julgados e esquece deste outro, em que o mesmo Senhor ordena: "Não julgueis pela aparência, mas julgai conforme a reta justiça" (João 7,24). É mandamento de Cristo, pois, "julgar conforme a reta justiça". Não é todo julgamento que é pecado; o julgamento conforme a reta justiça não é pecado, e foi ordenado por Cristo.

E quando um julgamento cai na proibição de Cristo e quando ele não cai? Não podemos, "não temos direito", para usar a expressão do Padre Fábio, de julgar o que se passa no coração, na mente, no espírito de cada pessoa, pois não temos conhecimento do que ocorre no íntimo de cada um. Somente Deus, Nosso Senhor, "perscruta os corações" (Romanos 8,27):
"Perscrutai-me, Senhor, para conhecer meu coração; provai-me e conhecei meus pensamentos" (Salmo 138,23).
Os corações, pois, não podemos julgar, pois neles não sabemos o que se passa. Este é o julgamento que Nosso Senhor Jesus Cristo proibe, pois realizá-lo seria pretender ter uma onisciência divina sobre as almas humanas que nenhum de nós possui; seria querer ser como Deus (Gênese 3,5). Por isso: "Não julgueis e não sereis julgados". Não pretendamos ser como deuses julgando os corações, e assim não seremos julgados pela nossa pretensão e soberba.

Mas a partir do momento em que o que está no coração é externalizado, i.e., se transforma em um ato externo, público, visível a todos, é possível realizar um julgamento conforme a reta justiça, denunciar o erro e corrigi-lo.
"Aquilo que sai da boca provém do coração, e é isso que mancha o homem. Porque é do coração que provêm os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias. Eis o que mancha o homem", ensina Nosso Senhor (Mateus 15,18-20).
Justamente porque o ato é externo, público, visível ao mundo, justamente porque "saiu da boca", mostrando externamente o que antes só estava no íntimo do coração, o julgamento não será errôneo ou baseado em meras aparências ou achismos: "Não julgueis pela aparência", ordena o Senhor.

Mas, por ser ato externo, público e visível a todos, um julgamento baseado em critérios cristãos - como a ortodoxia, p. ex. - não só será correto como também será justo; será um julgamento não repugnado, mas exigido pela caridade. É o julgamento conforme a reta justiça que ordena Nosso Senhor: "Julgai conforme a reta justiça".

Desta maneira, pois, a condenação do Padre Fábio de Melo aos "sites conservadores e tradicionalistas", de estarem "julgando" os sacerdotes e assim vivendo um "cristianismo irreponsável", não procede simplesmente porque é falsa.

Denunciar o erro de um sacerdote, corrigi-lo, é uma exigência da verdadeira caridade cristã - mas não, obviamente, da caridade sentimental e relativista, aquela "reserva de bons sentimentos", que o Papa Bento XVI repugna e que o Padre Fábio de Melo parece exigir para si.

E Sua Reverendíssima, o Padre Fábio de Melo, ainda diz:
"No meu site você nunca vai encontrar uma palavra para agredir alguém..."
Acontece que o único agredido pelo Padre Fábio de Melo, por suas pregações e textos, é justamente Nosso Senhor Jesus Cristo, que não tem seu Evangelho e a Doutrina que ele ensinou respeitados pelo Padre. Ele é o único agredido pelo Padre - e isto é muito pior do que "agressões" a qualquer sacerdotes, relevado o modo como o Padre Fábio entende o que seja uma "agressão".

Sua Reverendíssima, pois, precisa tomar cuidado com suas afirmações a respeito dos "sites tradicionalistas". Mas antes de tomar cuidado com estas afirmações, é preciso que tome cuidado com o que prega, que tenha mais decoro pelo Evangelho e pelo seu estado de sacerdote, e que interrompa sua abordagem relativista e sentimental, para pregar a verdadeira Doutrina da Igreja, não heresias.

Quase ao fim de seu discurso, Sua Reverendíssima, o Padre Fábio de Melo, ainda ordena aos seus espectadores:
"Corra! Corra destes sites que utilizam de conteúdo aparentemente cristão para destruir a imagem de muitas pessoas".
O apelo parece um tanto desesperado para salvar a própria imagem. Porque os sites que o Padre Fábio condena são justamente aqueles que mais estão conscientizando os católicos sobre os erros, incoerências e inexatidões do próprio Padre Fábio, como o Blog Veritatis Splendor. Pareceria que o simples fato de denunciar o erro de Sua Revma. e exigir sua correção - e isso pela caridade, como já demonstramos - tornaria um site somente "aparentemente cristão". Padre Fábio é intocável? Somos falsos cristãos ou "aparentemente cristãos" por denunciar seus erros? Cremos que não. Ademais, cremos que o que torna um site "aparentemente cristão" não é ele denunciar o erro e corrigi-lo - pois isto também Cristo e os Santos fizeram; o que torna algo "aparentemente cristão" é, isto sim, pregar heresias e os maiores absurdos afirmando que estas heresias e absurdos foram ditas por Cristo - e isso, com todo respeito que Sua Reverendíssima merece, quem faz é justamente o Padre Fábio.

Do exposto acima, cremos que a exortação do Padre Fábio de Melo a "correr" dos "sites conservadores e tradicionalistas" deveria ser julgada conforme a reta justiça, e não pelas aparências - pois a aparência de suas palavras é bem bonita e sedutora, mas altamente enganadora.

19 comentários:

  1. Caríssimo Irmão,

    Venho aqui parabenizá-lo por este texto que de todos os que li, é o mais completo e esclarecedor a respeito do assunto. Realmente ele vem se complicando cada vez mais, e agora tentar “tampar o sol com a peneira” querendo invalidar todas as verdades ditas apenas pelas ironias que foram usadas.

    E aproveitando este, gostaria de perguntar-lhe se poderia postar este mesmo texto no meu blog “Tutaminis ex Fides” ( defesacatolica.blogcatolico.blog.br ).

    Caso autorize poderia responder-me por e-mail?
    andrecalcagno@hotmail.com

    Um grande abraço e força neste caminho árduo da apologética.

    PAX!

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  2. Como diria o Grande Patrono deste blog:
    "Se a tua amizade se rebaixa até se converter em cúmplice das misérias alheias, reduz--se a um miserável compadrio, que não merece o mínimo apreço." Sulco 761

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  3. Grande citação, caríssimo Diego!

    E é isto mesmo: uma caridade que é cúmplice da miséria alheia? Que caridade é esta? Que amor é este? Ou será que um pai, por amar seu filho, deixará que ele se perverta porque não tem a capacidade de corrigir seu erro, por caridade? Repito: que caridade é esta que é cúmplice da miséria alheia?

    Grande abraço!

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  4. Caríssimo André,

    Obrigado pelo apoio às nossas palavras e pelos elogios ao texto. Ad majorem Dei gloriam!

    Tomara que, diante dos questionamentos de tantos fiéis, o Padre Fábio de melo retifique sua postura e posições, tornando-se um modelo de sacerdote.

    Meu cordial abraço, em Cristo!

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  5. Dizem que são as mulheres que perseguem o padre Fábio mas dependendo do ângulo, vejo que tb os homens assim o fazem...

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  6. fiquei feliz por saber que o Padre Fabio de Melo anda visitando o blog do Veritatis.
    Quem sabe assim ele aprende um pouco da Doutrina imutável da Igreja.

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  7. Amém, Rogério!

    Não sei de certeza se o Padre Fábio de Melo leu o Blog VS, mas pelo teor de suas palavras no vídeo, é possível supor que Sua Reverendíssima deverá ter lido, sim.

    Mas só supor...

    []s!

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  8. Caro Taiguara,

    sei q o Pe. Fábio tem muitas peculiaridades a serem resolvidas. Porem faço algumas sugestões para vc e para o pessoal do veritatis:

    1 - Marquem um encontro com o Pe. Fábio. Façam amizade e converse com ele sobre os seus erros. Uma palavra de amigo tem mais eficácia do que ficar colocando textos na internet.

    2 - Comecem uma campanha para que o clero todo use clergyman ou batina. Aqui em Teresina nenhum padre usa. Em Maceió, minha cidade Natal, cerca de 95% não usam.

    3 - Comentem sobre as festas de padroeiro aqui do nordeste onde depois da Missa tem show de forró e cachaçada até de manhã. Isso é comum é quase todas as paróquias.

    Um abraço!

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  9. Caríssimo Marcos,
    Pax!

    Sobre tuas sugestões:

    1) Nós já estamos tentando contatar o Padre Fábio. Apesar do que alguns pensam, o VS não é um Apostolado de picuinhas estéreis. Se falamos, é porque precisou ser falado. Se colocar textos na internet fosse tão ineficaz, o Pe. Fábio não os estaria refutando em seus programas. Ou seja, pra alguma coisa serve: mostrar que o erro existe e que tem gente inastisfetia com a postura do sacerdote.

    2) Vejo que não te informastes sobre as Campanhas do VS para o Ano Sacerdotal. Consulte em nosso Blog e Site sobre a "Campanha pela Santificação do Clero" e as Sugestões do Apostolado para os padres viverem mais intensamente o Ano Sacerdotal. Pedimos não só o uso da veste talar, mais a adoação de várias outras medidas.

    3) É verdade o que dizes sobre estas festas. Eu mesmo sou testemunha. Mas essa sugestão não tem a ver com o Padre Fábio. Outrossim, o VS já é reconhecido por sua luta contra os abusos litúrgicos e doutrinários. Mas essa tua sugestão é boa e é um assunto que pode ser considerado.

    Meu cordial abraço e obrigado por tuas sugestões!

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  10. Parabéns pelo artigo. Demonstras que sabe corrigir fraternalmente, tal como nos ensinou nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 18, 15-20).

    São Josemaria Escrivá, acerca do tema, falou:

    "A prática da correção fraterna - que tem raiz evangélica - é uma prova de carinho sobrenatural e de confiança. Agradece-a quando a receberes, e não deixes de praticá-la com aqueles com quem convives". (Forja, 566)

    Porém, este grande Santo também nos pediu que rezassemos pelos Sacerdotes que apresentarem condutas incompatíveis com a fé.

    Com efeito, rezemos pelo Pe. Fábio, sobretudo para que ele tenha como ideal o exemplo do Cura D`Ars, o qual se mortificava diariamente pelos seus paroquianos e passava 16 horas por dia dentro de um confessionário. Não é por nada que se tornou o padroeiro dos Sacerdotes...

    São João Maria Batista Vianney, ora pro nobis!!!

    Um grande abraço!!!

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  11. Obrigado, meu caro André!

    Isso mesmo, permaneçamos firmes na oração pelo Pe. Fábio e por todos os Sacerdotes, para que se espelhem no Santo Cura D'Ars - ele que não cantava "popstarmente", não fazia shows mirabolantes, vestia batina, confessava por horas e celebrava Missas com dignidade.

    Meu cordial abraço, em Cristo!

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  12. Caro Taiguara,

    Primeiramente, parabéns pelo seu texto. Será que o Pe. Fábio "CaraMelo" está com medo da verdade? E parece que ele arranjou um "assistente" para pregar heresias juntos, nada mais, nada menos que um padre com 3 doutorados em Roma(pelo que sei), o Pe. Joaozinho. É isso mesmo com 3 doutorados e em Roma.

    Perdoe-me, mas vou mudar um pouco o foco do assunto e fazer algumas perguntas:

    Referente: Doutrina da Igreja sobre Adão e aplicação da pena de Excomunhão


    Este blog e o site veritatis comentaram e/ou denunciaram a interpretação modernista que o tal Pe. Fábio "CaraMelo" tem sobre o livro do Gênesis, ou seja, ele considera Adão um símbolo e não a primeira criatura de Deus.

    Avaliando o fato acima, encontrei a seguinte condenação feita pelo Concílio de Trento:

    “788. 1 - Se alguém não confessar que o primeiro homem Adão, depois de transgredir o preceito de Deus no paraíso, perdeu imediatamente a santidade e a justiça em que havia sido constituído; e que pela sua prevaricação incorreu na ira e indignação de Deus e por isso na morte que Deus antes lhe havia ameaçado, e, com a morte, na escravidão e no poder daquele que depois teve o império da morte (Heb 2, 14), a saber, o demônio; e que Adão por aquela ofensa foi segundo o corpo e a alma mudado para pior – seja excomungado.”. (negrito meu)

    Ante o exposto, pergunto:

    1) O senhor concorda que a posição “adâmica” do tal padre é herética e desobedece o Concílio de Trento?

    2) O senhor concorda que a condenação constante no Concílio de Trento aplica-se integralmente ao tal padre?

    3) Caso a condenação do Concílio se aplique a tal padre, ela é automática ou depende de algum ato por parte de autoridade(s) da Igreja?

    4) Caso a excomunhão dependa de algum ato de autoridade(s) da Igreja, qual o caminho para relatar e/ou denunciar esta situação? E, quem pode relatar e/ou denunciar esta situação?

    Atenciosamente.


    Francisco Ademir Bruni Júnior

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  13. Meu caro amigo,

    Aff,se dependesse de vocês voltaríamos a ter missa somente em latim.

    Será que não é pouco dor cotovelo não? Só porque usa relógio carthye, anda bem vestido. Que coisa!!!

    É como alguém acima falou. Não é só mulher que ta perseguindo o cara, homem também.

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  14. Vcs deveriam assistir além da Santa Missa, o programa Direção Espiritual, no qual Pe. Fábio, com toda sua Humildade nos revela o quanto somos importantes para Deus e o quanto devemos nos converter sempre e sempre para vivermos a felicidade. Ao invés de críticas, porquê não refletem um poucos nas palavras do padre?

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  15. Ao inves de unidos viver em Deus e tetemunhar que Deus se materializa em cada um de nos e nao deixa de ser o unico universal e verdadeiro Deus pois nao ha lugar para outro no infinito e na eternidade. Vamos caminhar juntos na mesma direcao ao inves de ficar se acotuvelando incomodados com os dons que o outro do lado tem. Sejamos um em Cristo e nao divididos pela individualidade em nome da Verdade. Se um ou outro nao eh de Deus porque eh diferente, ambos sao realmente hereges. Deus eh amor.

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  16. É ridiculo ver essas brigas entre pessoas que se dizem conhecer Jesus Cristo.Só quem perde com isso é a Igreja Católica. O fato verdadeiro é que cada padre tem sua maneira de pregar. E Padre Fabio de Melo tem conseguido chegar aos corações daqueles que acreditam q Jesus esta vivo. Portanto deixem de ser joios e deixem o Padre Fábio fazer o que a cada dia faz com que tenhamos mais fe naquele q nos deu a vida Jesus.Ésia Rodrigues.

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  17. Quando conheci o V.Splendor achei que era de confiança! Sou católico praticante, frequento um centro do Opus Dei, amo a Canção Nova e vejo que o site não faz mais do que política religiosa, uma vergonha.
    É um dos piores sites católicos que conheço! Inescrupuloso, sem conhecimento de causa e frívolo, até insinuou que a oração em línguas é coisa do diabo: aliás não podia faltar um pecadinho contra o Espírito Santo!
    Os senhores não deveriam usar o nome de S. Josemaria Escrivá para fundamentar hipocrisias. São verdadeiros cordeirinhos vestidos de lobos, prontos a devorar as ovelhas do Cristo. São duros de coração, pagãos vestidos de católicos, desonram nossa fé, ofendem os que Deus ama. Criem vergonha, senhores!
    E, por fim, lembrem-se de que existe justiça nesse país;

    Consta em nosso Código Penal:

    Difamação
    Art. 139 - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:

    Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

    Suas ilações ofendem a milhões de católicos praticantes que conhecem Mons. Jonas Abib e Pe. Fábio de Melo.
    Sou estudante de direito da UFMG e lhes digo: agradeçam a Deus pelo fato de o Pe. Fábio não ter exercido seu direito de ação. A jurisdição é função do Estado e, nesse caso, pode ser provocada para a proteção do bem jurídico honra.

    Votos de conversão a todos.

    "Convertei-vos e crede no Evangelho"

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  18. Caríssimo Sr. Antônio Dirceu,

    Em primeiro lugar, a autoria do texto é minha e este Blog é meu Blog pessoal. Nada tem a ver com o Veritatis Splendor, do qual sequer faço parte mais. Se o texto foi publicado também lá, é porque a maioria dos membros e o Diretor à época concordavam com o seu teor. Mas, se consultar, verá que o texto não está mais no site, porque já não sou mais autor nele.

    No entanto, desqualificar um site do seu gabarito como "um dos piores sites católicos" que conhece, quando pessoas de reputação seríssima - inclusive na Canção Nova, como o Prof. Felipe Aquino - o indicavam, é coisa de quem realmente não tem argumentos.

    O senhor foi tão desonesto em seu comentário que, além de não apresentar argumento algum paar rebater o que foi dito - e tudo o que foi dito nesse texto foi dito de forma séria e fundamentada - ainda vem falar em processo!

    Saiba, caro amigo, que difamação só se aplica em caso de fato ofensivo, mas não em caso de divergência doutrinária fundamentada. Eu também faço Direito; não me venha dar carteiradas pois sei bem o que faço. Ninguém aqui ofendeu a honra de sacerdote algum, pois ninguém atribuiu a sacerdote algum fato ofensivo à sua reputação - um exemplo de fato ofensivo, pois o senhor parece não saber o que é, é atribuir a um sacerdote relações com uma prostituta; algo bem diferente é dizer que o sacerdote não está de acordo com a Doutrina da Igreja -; o que se fez foi tão somente os pusemos diante de opinião abalizada e fundamentada na Doutrina da Igreja.

    Mas agora, seguindo sua regra, eu poderia processar o senhor por me ter imputado fato ofensivo: o de que difamei um sacerdote; além disso, poder-lhe-ia processar por injúria: o senhor chamou a mim e aos que fizeram parte comigo do Veritatis Splendor de lobos em pele de cordeiro, hipócritas... Quantos julgamentos temerários e sem nenhum fundamento o senhor fez aí - bem ao contrário do texto que impugna?

    Se eu fosse como o senhor, lhe daria carteirada dizendo que sou "estudante de Direito" e apresentaria um artigo do Código Penal, além de chamar-lhe de hipócrita... Mas isso é argumento fraco e indigno demais. ;)

    Outrossim, a crítica ao dom de línguas como se apresenta na RCC é, sim, possível. Não se critica o dom de línguas em si, mas o modo como muitos carismáticos o apresentam. Tem genet na RCC que "dá aulas de dom de línguas", como se isso não fosse dom extraordinário. É isso que se critica. Outrossim, a questão de que o dom de línguas seja de línguas estrangeiras ou de línguas estranhas (esse último é o tipo que defende a RCC) é "quaestio disputata", portanto, é possível opinar. Ninguém está cometendo "blasfêmai contra o Espírito Santo". Em que foro devo mover ação agora por acusar-nos disso? Num Tribunal Eclesiástico, para acusar-lhe de juízo moral temerário?

    Comentários como o do senhor não merecem sequer guarida, mas quis aprová-lo para dar-lhe uma resposta necessária. Se quiser rebater algo com o que não concorda, escreva uma réplica fundamentada - como o texto que redigi e aqui publiquei - mas não venha com infantilidades e carteiradas absurdas, que sequer têm base jurídica ou moral.

    Meu cordial abraço.

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  19. Complementando a resposta anterior para o Sr. Antônio Dirceu:

    O senhor não me imputou apenas um fato ofensivo, me imputou um fato criminoso, isto é, acusou-me de estar difamando alguém. Logo, seguindo a sua regra de infantilidade, caberia processar-lhe por calúnia, já que essa consiste é imputar fato criminoso a alguém. Sempre na sua ótica, eu poderia acusar-lhe de um monte de coisas...

    Óbvio que ninguém vai fazer isso, pois não sou estudante de Direito do tipo que se acha promotor público ou delegado de polícia para dar carteiradas. ;)

    Meu cordial abraço.

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