sábado, 5 de setembro de 2009

O feminismo e as mulheres modernas

É triste, tristíssimo ver o mal que o feminismo causou nas mulheres modernas, até nas que não tiveram contato direto com a época do "queima-sutiãs".
O feminismo, de tanto querer equiparar as mulheres aos homens, fez com que eles perdessem aquele doce ar de feminilidade que as caracterizava naturalmente, aquela intrepidez da verdadeira mulher; em seu lugar, fez surgir uma geração de molequinhas sem vontade, frescas, que agem como "caniços ao vento" (Mateus 11,7), levadas como penas à menor brisa de modismo atual. Frívolas, imbecis, covardes, como os homens machistas - e não cavalheiros - a quem elas tentavam responder - mas a resposta foi igualar-se a eles.

Produtos do feminismo: mulheres loucas...

O que houve com as mulheres?
O que houve com sua elegância, que foi trocada pela vulgaridade e a peruice? Em lugar da bela modéstia e do pudor, encontramos um exibicionismo estéril, uma desvalorização hedonista do corpo feminino.

As patricinhas... molecas: outro produto sórdido do feminismo

Quiçá o problema fosse só a elegância trocada pela vulgaridade. É o desvalor que atribuem a si mesmas que preocupa. As feministas execravam os machistas porque eles as desvalorizavam - um machista, grande burro em forma de homem, ao contrário do verdadeiro macho, o cavalheiro, realmente desvaloriza a mulher; mas em sua resposta, passaram elas mesmas a se desvalorizarem.
Desvalorizam seu corpo, oferecendo-o como rude instrumento de prazer; desvalorizam suas consciências, deixando-se carregar por qualquer modismo vão; desvalorizam sua feminilidade, parecendo antes animais, liberando instintos sórdidos e primitivos, ao invés de corajosamente dominarem-se a si mesmas, com intrepidez e vontade forte.

Feminismo e aborto: dupla inseparável

O feminismo não reivindicou o direito das mulheres frente aos homens; o feminismo reivindicou o "direito" de ser animal, não mulheres. É o "direito" de fazer tudo o que diziam execrar, mas fazê-lo agora abertamente, não às escondidas - esta foi a reivindicação das feministas.
E hoje vemos mulheres fracas, sem vontade, que se entregam - suas consciências e seus corpos - ao menor e mais débil convite. Hoje vemos mulheres que reclamam dos homens serem cafajestes, safados, "galinhas" - e são elas mesmas a escolherem os cafajestes, os safados e os "galinhas", são elas mesmas as primeiras a serem cúmplices de suas molecagens, de suas covardias, de suas safadezas, são elas mesmas as primeiras a defendê-los e a venerá-los, como se fossem homens em verdade (e não meros moleques covardes e frívolos, que são).

Uma manifestação feminista: é esta... "bestialidade" que reivindicam?

Eu considero uma baita hipocrisia ver algumas mulheres reclamarem de seus namorados hoje em dia: "ele é muito safado", "me faz sofrer tanto!", "me trata como se não fosse nada". E, quando analisamos os fatos, na verdade vemos que tudo que ela dizia do outro, na verdade poderia empregar a si mesma: "sou uma safada", "me faço sofrer", "me trato como se não fosse nada". Para estas mulheres modernas, frívolas e mundanas, ainda vale em radical atualidade o velho e sempre novo conselho de Cristo, sobre a trave no olho.
Que houve com as mulheres...?
Pobres flores gonocócicas
Que à noite despetalais
As vossas pétalas tóxicas!
Pobre de vós, pensas, murchas
Orquídeas do despudor
[...]
O que vos aconteceu
Para assim envenenardes
O pólen que Deus vos deu?
Diria Vinícius, na Balada do Mangue.

Os frutos do feminismo: depravação e desvalorização do corpo feminino

O feminismo falhou. O feminismo não foi capaz de trazer à tona a verdadeira mulher: ele enterrou a verdadeira mulher; ele matou, cremou e enterrou a verdadeira mulher.
As mulheres precisam de uma nova opção, de um novo levante; e há a opção, e possui duas características: feminilidade e tradição.

Somente recuperando sua natural feminilidade, o respeito tradicional por si mesmas, pelos seus relacionamentos e pelos outros, as mulheres poderão renascer desta decadência na qual se encontram. As mulheres precisam reaver os bons costumes, a vida moral digna, de damas respeitosas e cheias de vontade, intrépidas, como as princesas e rainhas de antigamente.

Audrey Hepburn: Exemplo de feminilidade verdadeira e elegância sem vulgaridade


A tradição, minhas caras: é no nosso passado que encontraremos o futuro. Rejeitemos o passado, rejeitemos nossa tradição, nossa identidade, e nada mais teremos, nada seremos: foi o que fez o feminismo, para criar estas peruas e molecas que encontramos à toa hoje.



Sua Majestade, Rania Al-Abdullah, Rainha da Jordânia


De novo a Rainha Rania, discursando: a intrepidez da mulher

As mulheres precisam redescobrir o valor de sua feminilidade.

Que encontrem na Virgem Santíssima, Maria - intrépida e delicada, Rainha e Rosa - o modelo perfeito para restaurarem sua feminilidade autêntica.
"Procura imitar a Santíssima Virgem, e serás [...] mulher de uma só peça" (São Josemaría Escrivá, Sulco, n.443).

O modelo máximo de feminilidade e elegância

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