segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dos Arquivos Subversivos - Diário do agente comunista nº 1025: Um Padre

[Traduzi o seguinte texto do Blog St. John's Valdosta, onde possuía o título original de "From the subversive files". Trata-se de excertos do diário de um agente comunista infiltrado no sacerdócio católico. Ora, isto não é nenhuma surpresa. Desde a década de 30 os comunistas vêm infiltrando agentes seus nos seminários, para "destruírem a Igreja a partir de dentro", seguindo a política de ocupação de lugares de Gramsci; todos lembram os casos escandalosos descobertos recentemente dos padres poloneses que colaboraram com a polícia secreta comunista, casos que estão sendo investigados pelo Vaticano. Da mesma maneira, junto com os liberalistas radicais - comunistas e liberais uniram-se contra a Igreja! Surpresa? -, conseguiu-se infiltrar pessoas com tendências sexuais desregradas nos seminários - gays, pedófilos, zóofilos... -,  para corrompê-los moralmente a partir do interior; isto foi provado pelo jornalista investigativo Michael S. Rose em seu livro "Goodbye, good man", que deveria chegar ao Brasil - embora seja surreal imaginar isso... Os excertos seguintes, do diário do agente comunista infiltrado, mostram como os comunistas têm a Igreja Católica como "a mais perigosa inimiga", sendo, portanto, "essencial" para eles dar um "golpe profundo e definitivo" na religião católica. É plano dos comunistas - conforme prova o diário do agente - desviar a religião para a utopia, como fazem os Teólogos da Libertação no Brasil - agentes comunistas também, não tenham dúvidas. Além disso, o plano também era promover o relativismo religioso e a perda do senso de verdade entre os católicos, que agora deveriam "sentir culpa" de estarem na religião verdadeira - exatamente o que caracteriza o católico moderno, temeroso de desagradar ao mundo e às outras religiões, portador de um sentimento de culpa e de vergonha por ser católico e estar na religião que Cristo fundou, ao passo que outros não estão. O objetivo, como afirma o agente, não era extinguir o "sentimento religioso", mas desviá-lo para que ele mesmo, desorientado, se destruísse a si próprio.]

No final dos anos 1960 Marie Carre, uma freira católica que servia como enfermeira em um hospital francês, foi designada para cuidar de um padre, aparentemente eslavo, sem documentos de identificação, que fora fatalmente ferido em um acidente automobilístico. Após sua morte, Marie Carre foi ordenada a revistar suas coisas para identificá-lo. Em sua maleta, ela encontrou um extenso diário, detalhando sua missão como um comunista que deveria tornar-se padre católico para destruir a Igreja por dentro. Seu número de código era 1025, porque ele era o comunista nº 1.025 dos recrutados para o sacerdócio com esta finalidade. Em 1972, seu diário foi publicada como “AA-1025: As Memórias de um anti-apóstolo”.  Abaixo estão alguns trechos, detalhando seus planos para a Igreja:
Logo que entrei no seminário, deveria tentar descobrir como destruir tudo o que me era ensinado. Mas, para fazê-lo, eu teria que estudar atentamente e de forma inteligente - ou seja, sem paixão - a história da Igreja. Eu, particularmente, nunca perderia de vista o fato de que as perseguições somente fazem mártires de quem os católicos teriam motivo para dizer que eram sementes de novos cristãos. Portanto, nada de mártires. Nunca deveria esquecer que todas as religiões são baseadas no medo, o medo ancestral; todas as religiões são nascidos do medo. Portanto, se você suprimir o medo, você suprime as religiões.
(O próximo trecho descreve uma conversa com seu superior, a quem ele chama de "Tio"):
Por isso, disse muito calmamente: "Em vez de lutar contra o sentimento religioso, devemos desviá-lo para uma direção utópica." Ele [o “Tio”] ficou em silêncio,  foi assimilando a idéia. "Bom", disse-me, "dê-me um exemplo."

Eu fiquei com a melhor parte do negócio.

Na verdade, parecia que o mundo inteiro estava em minhas mãos naquele momento. Calmamente expliquei: "Você deve colocar na cabeça dos homens, e particularmente na cabeça do clero, para buscarem, a qualquer preço, uma religião universal na qual todas as igrejas seriam fundidas em conjunto. Assim que essa idéia assuma forma e vida, devemos inculcar nas pessoas piedosas, especialmente os católicos romanos, um sentimento de culpa sobre a única verdade em que fingem viver "... Eu acredito que seja bastante fácil de mostrar os católicos que existem outras pessoas santas entre os protestantes, os muçulmanos, os judeus, etc, etc ... "Vamos admitir isso", ele respondeu-me , “mas e o sentimento que as outras religiões têm?" "Isso vai variar", eu disse, "e eu ainda preciso estudar esse aspecto do problema, mas para mim, é essencial golpear profunda e definitivamente a Igreja Católica. É a mais perigosa".

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