quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Dos Arquivos Subversivos - Diário do agente comunista nº 1025: Um Padre (nº2)

[Traduzo o texto a seguir novamente do Blog St. John's Valdosta. Trata-se de um trecho do diário do agente comunista que, como muitos outros, foi infiltrado pelos comunas no sacerdócio visando a destruir a Igreja a partir de dentro. O diário do AA-1025, seu codinome, foi publicado em 1972 pela freira católica Marie Carre, que o encontrou entre os documentos do padre-agente comunista quando este sofrera um atropelamento. Aconselho, para quem ainda não fez, que leiam a primeira parte dos excertos deste diário neste mesmo Blog, onde encontra-se uma introdução histórica mais detalhada. No excerto seguinte, é demonstrado como os comunistas infiltrados, junto a outros inimigos da Igreja, promoveram - e promovem - a degeneração da liturgia. Os padres comunistas revelam que ao "celebrarem" a Missa trocavam as palavras da consagração, para torná-la propositalmente inválida - muitos padres da Teologia da Libertação fazem isso hoje. Além disso, é revelado que eles alteraram traduções dos Ordinários da Missa - como fez Dom Clemente Isnard no Brasil com a tradução do próprio Missal no Brasil - e também das Sagradas Escrituras, para desvirtuar os mistérios da Fé. Como se vêem, pois, os comunistas estão à solta, infiltrados dentro da própria Igreja, para destruí-la. Devemos nos precaver contra estes lobos vestidos de cordeiro. Somente em Roma, com o Papa, teremos a segurança de nossa Fé.]


No final dos anos 1960 Marie Carre, uma freira católica que servia como enfermeira em um hospital francês, foi designada para cuidar de um padre, aparentemente eslavo, sem documentos de identificação, que fora fatalmente ferido em um acidente automobilístico. Após sua morte, Marie Carre foi ordenada a revistar suas coisas para identificá-lo. Em sua maleta, ela encontrou um extenso diário, detalhando sua missão como um comunista que deveria tornar-se padre católico para destruir a Igreja por dentro. Seu número de código era 1025, porque ele era o comunista nº 1.025 dos recrutados para o sacerdócio com esta finalidade. Em 1972, seu diário foi publicada como “AA-1025: As Memórias de um anti-apóstolo”.  Abaixo estão alguns trechos, detalhando seus planos para a Igreja: 
Em Roma, tive uma conversa muito interessante com um professor que seria também meu quando eu recebesse o sacerdócio. Ele era um membro da nossa rede.  Estava muito otimista. Ele havia se especializado em Sagradas Escrituras e estava trabalhando em uma nova tradução da Bíblia para o inglês. A coisa mais surpreendente foi que ele havia escolhido um pastor luterano como seu único colaborador. O pastor, além disso, já não estava ligado a sua própria igreja, que parecia muito tradicional para ele.

Esta colaboração, é claro, permaneceu secreta. O objetivo destes dois homens era livrar a humanidade de todos os sistemas que ela própria havia criado através da Bíblia, e especialmente o Novo Testamento. Assim, a virgindade de Maria, a presença real de Cristo na Eucaristia e a Sua Ressurreição, segundo eles, estavam para ser postos de lado a fim de chegar a sua completa supressão. A dignidade do homem moderno, em sua ótica, valia à pena esse preço.

O professor também me ensinou uma forma razoável de dizer a missa, pois em seis anos eu seria obrigado a fazê-lo.

Enquanto esperava-se por uma profunda modificação de toda a cerimônia, ele nunca pronunciou as palavras da consagração*
. Mas para não ser suspeito, pronunciava pelo menos palavras quase similares, com o final parecido. Ele me aconselhou a fazer o mesmo. Tudo que faz esta cerimônia lembrar um sacrifício deveria, pouco a pouco, ser suprimido. Toda a cerimônia deveria representar apenas uma refeição comum, como entre os protestantes.

Ele até me garantiu que nunca deveria ter sido de outra forma. Ele também trabalhou na elaboração de um novo Ordinário da Missa e aconselhou-me a fazer o mesmo, porque lhe parecia totalmente desejável apresentar ao povo um número diversificada de várias missas. Deveria haver alguns, muito curtos, para famílias e grupos pequenos, alguns mais longos, para dias de festa, embora, segundo ele, a verdadeira festa para a classe operária fosse apenas uma caminhada para a natureza. Ele pensava que poderíamos facilmente chegar ao ponto de considerarem o domingo como um dia consagrado à Natureza.
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*N. do T.: Naquela época ainda estava vigente o Missal Romano de 1962 e o Cânon da Missa era dito em voz baixa pelo sacerdote; somente com a Reforma Litúrgica de 1970, que originou o novo rito da Missa, o Cânon passou a ser dito em voz alta.

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