quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nova Campanha contra o PNDH-3 do "Brasil pela Vida"

Nota: Recebi o que segue no Boletim do "Brasil pela Vida", Campanha da qual faço parte. Transcrevo integralmente e estimulo a todos que protestem. Não se iludam com o canto sereiano do totalitarismo petista. NÃO AO PNDH-3! NÃO SOMOS MARIONETES DO PRESIDENTE!

Taiguara Fernandes de Sousa
Prezados Participantes da Campanha Brasil pela Vida
O que pensar das alterações feitas pelo governo Lula, no PNDH-3? Elas foram boas?
É claro que não. Veja abaixo o porquê e vamos enviar novas mensagens aos nossos bispos para que eles não "baixem a guarda"
V., eu e católicos espalhados pelo Brasil inteiro, enviamos, no total, 13.000 mensagens para os bispos do Brasil, reunidos na 48ª Assembléia Geral da CNBB, suplicando-lhes que rejeitassem o PNDH-3 do governo Lula, na sua totalidade, pelo fato de ser um programa que traz embutida uma doutrina totalitária, atéia, materialista, de inspiração bolivariana a gosto de Chávez e inteiramente de acordo com os programas nazistas e comunistas do passado.
Sua participação foi decisiva para que um dos documentos, "Igreja e Questão Agrária no início do século XXI" (uma verdadeira cartilha da Teologia da Libertação favorável à Reforma Agrária e a invasões de terra), longamente debatido nas sessões da Assembléia Geral, não fosse considerado como documento da CNBB e utilizado apenas como matéria de estudo das comunidades.
No dia 13 de maio, a CNBB aprovou um parecer final sobre o PNDH tratando apenas de alguns pontos do documento que agrediam frontalmente a doutrina católica. O parecer da CNBB infelizmente silenciou sobre a doutrina esquerdista embutida no PNDH, e ainda aprovou tudo que alguns bispos consideravam "conquistas" da Reforma Agrária: os assentamentos fracassados, as inumeráveis invasões e as destruições de benfeitorias em propriedades rurais e urbanas invadidas pelo MST e seus congêneres!
Quanto às reformas introduzidas pelo governo no documento, o próprio D. Dimas Lara Barbosa, Secretário Geral da CNBB, manifestou senão discordância, pelo menos uma perplexidade num dos poucos pontos onde o governo teria feito um recuo: o aborto que, segundo o novo PNDH, não seria descriminalizado, mas passaria a ser uma questão de saúde pública. D. Dimas afirma: "O aborto não foi excluído de maneira incisiva. Quando diz que é problema de saúde pública o que quer isto dizer?" pois "se for apenas outra forma de justificar o aborto, nada muda".
Uma crítica mais aprofundada nos foi dada pelo conhecido advogado constitucionalista e jurista de renome nacional e internacional, Dr. Ives Gandra: "Essas mudanças, apresentadas em diversos itens, não modificam a espinha dorsal, que continua sendo controlar em parte o poder Judiciário e interferir no Legislativo e na educação. E isso é querer dar mais poder ao presidente da República".
O ilustre jurista chama a atenção para a doutrina totalitária do PNDH-3 quando fala de "espinha dorsal do documento", coincidindo com o que afirmamos no começo desta missiva.
Portanto, vamos escrever novamente aos bispos chamando a atenção para esse fato e apresentando a única saída para o PNDH-3 que é a sua rejeição total. Não podemos aceitar o documento nem mesmo com as alterações cosméticas que o governo proporcionou.
Clique aqui e faça o seu protesto e convide seus amigos e parentes para que o façam da mesma forma.
Não espere que os outros defendam seus direitos. Defenda-os V. antes de todos.
Atenciosamente
Diogo Waki
Secretário Geral do Brasil pela Vida.

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