quarta-feira, 16 de junho de 2010

Jovens católicos impedem homossexuais de profanarem a catedral de Lyon

120 militantes homossexuais e de extrema-esquerda cantando a Internacional e bradando slogans anarquistas como “proibido proibir” e blasfemias reuniram-se para um provocatório “kiss-in” homossexual na saída da missa da catedral de Lyon.
A ofensa fazia parte do ‘Dia Mundial contra a Homofobia’.

Uma centena de jovens católicos ocupou previamente a praça frente à catedral local rezando o terço e bradando “chega de catofobia!”, “Saint-Jean (a catedral) é nossa!”.

Os homossexuais aumentaram o ambiente de agressão exigindo que os católicos recolhessem um estandarte do Sagrado Coração de Jesus.

A polícia de choque recebera ordens de proteger a manifestação homossexual e os jovens católicos sentaram no chão para não serem expulsos. Eles ajoelharam e rezaram o terço.

Eles mantiveram a posição bradando “Europa, Juventude, Cristandade!” e agitando uma badeira do Vaticano.
Os policiais acabaram dispersando os provocadores homossexuais e tentaram dissolver os católicos que formavam uma cadeia com os braços dados.

Eles acabaram sendo espancados e resistiram aos gases.

Três horas depois deixaram a praça degustando a vitória moral, quando os extremistas do “Kiss do ódio anticristão” tinham desaparecido das redondezas.

Os católicos transmitiam os acontecimeentos pela Internet (pela E-deo.info) minuto a minuto recebendo grande quantidade de apoios de outros jovens.

Fonte: Valores Inegociáveis

sábado, 12 de junho de 2010

O Hoax da foto de Ratzinger fazendo uma saudação nazista

Fonte: Il blog di Andrea Tornielli

            
                            
No Giornale de hoje, [junto com] um outro artigo dedicado à esplêndida homilia pronunciada por Bento XVI ontem [sexta-feira, 11 de junho] pela manhã, no fechamento do Ano Sacerdotal (que eu os convido a ler, para descobrirem mais uma vez o humilde olhar de fé do Papa teólogo sobre o sacerdócio e sobre os tristes recentes casos de escândalo [sexual]), publico também um artigo dedicado ao Hoax [bufala] sobre a foto de Ratzinger fazendo uma saudação nazista. Hoax que há tempos circula na web e no Youtube, mas que atualmente está de qualquer modo “consagrado” em um livro (“Os papas e o sexo”, edições Ponte alle grazie), um «ensaio [saggio] bem documentado [documentatissimo] e chocante» – como se lê na contracapa -, um livro-investigação escrito por Eric Frattini, «professor universitário, jornalista e escritor eclético, apaixonado por história e por política». O autor acredita na possibilidade de que Ratzinger, vestido de padre, tenha feito a saudação romana [il saluto romano] que, na Alemanha do Terceiro Reich, era acompanhado pelo grito de “Heil Hitler!”. E cita explicitamente (sem no entanto publicá-la) a imagem na qual está retratada um Ratzinger jovem, com as vestes sacerdotais, que efetivamente tem o braço direito [erguido]. A foto – conhecidíssima na Internet – foi maliciosamente falsificada [taroccata], cortando-se o outro braço. Joseph Ratzinger, com seu irmão Georg, estava naquele momento abençoando os fiéis da paróquia de Sant’Osvaldo em Traunstein, no dia seguinte à sua ordenação ocorrida em Frisinga, em 29 de junho de 1951. Na foto original se vêem os dois irmãos que, ambos, levantam os braços para invocar a bênção sobre os fiéis. Ora, na Web circula tudo que é lixo [ogni ciarpame]. Mas que um “docente universitário” (ensina jornalismo na Universidade de Madrid), autor de um ensaio “documentatissimo”, acredite realmente nesta lenda [panzana], sem nem ao menos dar-se ao trabalho de fazer qualquer pesquisa na Internet, é bem mais grave. Por ele e pela editora Ponte alle grazie. Não é um mistério que Ratzinger tenha se tornado padre em 1951 (e, portanto, não poderia fazer aquela saudação em vestes sacerdotais). A foto original que desmascara o malévolo hoax anti-ratzingeriano está disponível online. Talvez escrevendo um ensaio “documentatissimo” também Frattini pudesse ter-se dado ao (tíbio) trabalho de procurá-la.

Tradução: Deus lo vult!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Por que não um Alcorão, Lady Gaga?

No seu novo clipe, Alejandro, a Lady Gaga tem a audácia de profanar o Santo Terço e a Cruz de Cristo. No vídeo (do qual dou apenas o link, mas não coloco no Blog para não conspurcá-lo), a cantora imitona da Madonna engole um Terço, se fantasia de freira em meio a cenas de simulação de sexo e ainda usa uma escandalosa calcinha com uma cruz de cabeça pra baixo, apontando para o centro da genitália. A profanação é ridícula, imoral, baixa e imbecil.
E por que não um Alcorão, Lady Gaga? Por que não engole os versos de Maomé? E por que, ao invés de se vestir de freira, não usa uma burca no meio daquela Sodoma encenada no vídeo? Medinho, é?
Não que esteja estimulando estas práticas, mas só vejo estes deboches com os cristãos.
Porque brincar com cristão é fácil. Debochar de nós é moda, porque sabem que não revidaremos na mesma moeda. Além disso, é muito fácil bater em quem a turba inteira já está batendo, em quem já está ferido!
Seguir a moda é fácil, Lady Gaga! Mas a senhorita [ok, é respeitoso demais chamá-la assim... mas vamos lá] a senhorita sabe muito bem que seguir a moda é fácil, já que em tudo só faz imitar a Madonna... Até na profanação à cruz! Não é, Madonninha?
Mas o que se pode esperar de uma senhorita com cara de ébria, pálida e desprovida de corpo, que se veste de robô ou de giroscópio [foto] e se deita numa cama esfregando-se com milhares de homens?

Nada mais que isso.
E a música nem é boa.
Para os hebreus, tanto vender o próprio corpo para atos libidinosos quanto idolatrar  outros deuses e profanar o Deus verdadeiro podiam ser designados pelo mesmo vocábulo de "prostituição". Tratando-se da Lady Gaga, a palavra agora também pode ser usada nos dois sentidos. Porque desde sempre ela pôde ser utilizada num sentido só... 
;)

Falecimento do Prof. Orlando Fedeli

Acabo de receber um e-mail comunicando-me. Fui no site da Associação Cultural Montfort e a nota estava lá:
A Associação Cultural Montfort comunica o falecimento de seu presidente e fundador Orlando Fedeli e pede a seus alunos e a todos os que o conheceram orações por sua alma.
Montfort
São Paulo, 09.06.2010
Sem dúvida, uma notícia chocante e uma grande perda. O Prof. Fedeli estava, indiscutivelmente, entre os grandes apologetas do país, por seus trabalhos prestados contra o espiritismo, o protestantismo, o modernismo e as demais falsas filosofias e religiões.
Tinha profundas divergências com ele, no que se refere ao Concílio Vaticano II, ao Novus Ordo Missae e à TFP, divergências que motivavam debates acalorados entre mim e seus seguidores e uma vez até consigo próprio, embora não tenhamos permanecido por muito tempo em contato. Mas a leitura da Montfort me foi de extrema importância no início de meu "acordar" para a Fé Católica e por lá aprendi muito.
Presto aos membros da Associação Cultural Montfort meus sinceros sentimentos.
Rezo para que o Prof. Orlando Fedeli descanse em paz.
Requiem aeternam dona ei, Domine,
et lux perpetua luceat ei.
Requiescat in Pace,
Amen.
***
Somente acabo de escrever este post e chega em meu e-mail o  texto do Prof. Carlos Ramalhete,  outro grande apologeta conhecido de muitos, que transcrevo integralmente abaixo:
Pax Christi!

É com enorme tristeza que soube do falecimento do Prof. Orlando.


Tive o prazer de conhecê-o pessoalmente há muitos anos, e - coisa que não é muito sabida - é indiretamente a ele que devo meu apostolado, pois foi sua esposa que me convenceu a assinar o que escrevo, com o simples argumento de que eu deveria estar disponível para responder as réplicas vindas dos protestantes.


Ele já tentou brigar comigo, já falou mal de mim, e coisa e tal, mas esta é a regra, não a exceção; o zelo pela casa do Senhor o consumia, e era por amor a Deus que ele atacava o que percebia como errôneo. :)


Eu nunca briguei de volta, e, quando um não quer, dois não brigam. Tivemos diferenças sérias no acidental, em juízos de pessoas e em modos de ação, mas fundamentalmente, sempre o vi como um digno - e feroz! - cruzado de nossos dias, um homem digno de nosso mais profundo respeito e mesmo admiração.


Sempre procurei lembrar a esta meninada mais nova na apologética que ele estava lá, na linha de frente, tendo que tomar decisões dificílimas em momentos duríssimos da história recente da Igreja, e sempre procurou fazer a coisa certa, ainda que isto lhe custasse muito. Não digo que sempre tenha tomado as que eu tomaria (e quem sou eu para servir de parâmetro do certo e do errado?!), nem mesmo que estivesse certo em algumas das mais cruciais decisões que veio a tomar.


É, contudo, inegável que em todas eles ele sempre foi movido pelo mais profundo amor a Deus e à Sua Igreja.


Eu já comecei na apologética em tempos mais ameno, quando o Papa João Paulo II já começara a cortar as asinhas dos TL. Ele não. Ele estava brigando de frente quando tudo indicava que o mundo teria vencido a Igreja. Ele não esmoreceu, e sempre combateu. Diante de São Pedro, ele pode dizer, mais que eu, mais que toda esta nova geração, "combati o bom combate". Se eu e tantos outros que muito prezo saímos chamuscados pelas labaredas vomitadas sem trégua por sua metralhadora giratória, sempre rápida em investir contra qualquer um que ele percebesse como inimigo da Igreja ou da verdade, "c'est la guerre", e guerra sem tréguas foi o que ele sempre propôs e fez. A frase de São Jerônimo, que tenho enquadrada em meu escritório ("empreguei todo o meu zelo em fazer dos inimigos da Igreja meus inimigos pessoais") poderia ser o lema deste bravo guerreiro.


Que São Miguel o acolha, que São Luís lhe sorria, que Santiago Matamouros o pegue pela mão e o conduza ao merecido repouso de um grande guerreiro.


Peço que quando houver informações sobre o funeral, que sejam enviadas à lista. Se não puder ir, quero ao menos acompanhar em oração.


Se houver um espaço para depoimentos e homenagens póstumas na página da Montfort, ou em qualquer outro espaço, desed logo vai a minha autorização para a publicação deste pequeno texto.


Peço que cada um de nós reze agora uma Ave Maria pelo merecido descanso da alma do
Professor Orlando:
Ave Maria...
[]s,
seu irmão em Cristo,
Carlos