sábado, 24 de julho de 2010

Em questão de aborto, não há "meio termo": ou se é cristão, ou não é

Em entrevista à Folha de S. Paulo - republicada aqui no En Garde! -, indagado sobre sua posição, D. Luís Gonzaga Bergonzini respondeu nos seguintes termos: "Eu segui a voz da minha consciência. Sou cristão de verdade e defendo o mandamento 'não matarás'. Não tem esse negócio de 'meio termo'"
As palavras do Prelado penetram como legítimas assertivas de um Sucessor dos Apóstolos. Mais que isso, são uma grave advertência: em questão de aborto, não há meio termo: ou se é cristão, ou não é.
A responsabilidade do cristão de defender a Vida do ser humano - a sua própria e a do próximo - está consignada naquele Quinto Mandamento da Lei Divina: "Não matarás". Nosso Senhor, ao pisar neste mundo, afirmou que não diminuía um "j" da Lei, pelo contrário, a ratificava completamente. A Virgem Santíssima, pela aceitação de sua miraculosa gravidez, que possibilitou a vinda ao mundo do Salvador, é testemunho inequívoco do sim à Vida. Cristo mesmo afirmou que veio para trazer vida, e vida em abundância.
Todas estas palavras recaem sobre a consciência do católico, que delas não pode olvidar. A responsabilidade que daí emana para todo cristão é deveras grave.
Infelizmente, os católicos brasileiros não têm dado a devida atenção a este múnus. Fecham os olhos à carnificina que se quer institucionalizar no Brasil, e da qual o Governo do PT é um fulgaz ativista. Em seus Congressos, em seus projetos de Lei, no Programa Nacional de Direitos Humanos, o Partido dos Trabalhadores esteve à frente da investida em contrário à vida humana e às crianças brasileiras. Quer-se, a todo custo, implantar o aborto no Brasil.
O PT maquia seu apoio a esta bandeira: o Presidente, seu Ministro da Saúde, a Sra. Dilma Rousseff, todos falam em "questão de saúde pública", como se chamar aborto por outro nome mudasse o fato de que ele é o assassínio horrendo e injustificado de uma criança. Mas as alas mais abertas do PT, aqueles que não escondem o seu mote abortista, que não se dissimulam por trás de máscaras hipócritas, têm trabalhado de forma intensiva pela institucionalização do aborto em nossa nação. E ai de quem lhes for contrário! O PT  praticamente expulsou o Deputado Luiz Bassuma por não ser afeito ao abortismo do Partido.
A expulsão de Luiz Bassuma é prova inequívoca do abortismo petista: quem queira a vida, não tem lugar no Partido; para estar nele, é preciso defender a morte. O Stalinismo do qual o PT é seguidor tinha iguais critérios de admissão...
Muitos católicos brasileiros, numa omissão que clama aos céus, têm fechado seus olhos a esta realidade grave e assustadora. O que recebem em troca? São suficientes um qualquer reajuste salarial para comprar funcionários públicos, ou o aumento do salário mínimo, ou o Bolsa Família.
Com o uso destes estratagemas, o PT tem comprado apoio à sua guerra contra as crianças brasileiras, em prol do abortismo e da morte. Cúmplices de uma autêntica política de pão e circo, católicos brasileiros se contentam com migalhas de dinheiro para a venda e prostituição de sua consciência. A situação mostra a que ponto chegou o materialismo: um reajuste salarial é suficiente para dar apoio ao morticínio de milhares de crianças indefesas, como o PT quer que se realize no Brasil.
A omissão em questão de abortoé, por si só, a negação de Cristo e de seu ensinamento. Em questão de aborto, não há meio termo. Que se alegará no dia do Juízo? Que morreram crianças pelo voto num Partido abortista, mas um aumento de salário era necessário? Cairá o Divino Juíz nesta fajuta justificativa?
Ao venderem, em troca de migalhas financeiras, suas consciências ao PT ou a qualquer outro Partido e político que carregue a bandeira do abortismo - e o Sr. José Serra está entre os que possuem um histórico de defesa do abortismo também -, o católico brasileiro deixa de ser católico. As palavras de D. Luís Gonzaga Bergonzini estão aí para lembrar.
Mais claras ainda são as palavras de D. Raymond Burke, Prefeito da Signatura Apostólica: 
Votar em um abortista é uma forma de cooperação com o mal?

Bem, na verdade é, é uma forma de cooperação, porque, ao votar, colocamos uma pessoa no cargo. E as pessoas dizem, ‘o que vale meu voto’? Bem, seu voto é um voto para colocar no cargo alguém que fará o que é certo e justo, ou alguém que não o fará. E, portanto se você, sabendo que o aborto é um grave crime contra a vida humana – é o assassinato de uma vida humana inocente, indefesa – e você vota em um candidato que afirma que pretende torná-lo mais acessível – a prática do infanticídio – você tem responsabilidade. Ou seja, você cooperou para a eleição desta pessoa, não há dúvidas sobre isto.
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URGENTE!!!

Leia AQUI o texto sobre aborto eugênico e vote CONTRA na enquete do Bol.

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