segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Igreja Católica: 15 milhões de fiéis a mais

Il Giornale (veja a matéria aqui) veiculou notícia de que o número de cristãos católicos no mundo aumentou significativamente, desde 2009. Segundo a última versão do Anuário Pontifício, apresentado esta manhã ao Papa pelo cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado, e pelo Mons. Fernando Filoni.

Além de mais católicos, houve também o aumento das vocações religiosas, das ordenações sacerdotais e na procura pelo sacerdócio. Os continentes que registraram maior incremento dos seminaristas no período foram o africano e o asiático, enquanto a Europa e a América padeceram uma diminuição no número de candidatos aos sacerdócio.

Importa destacar que, segundo o Anuário, cerca de 7,5 milhões destes novos católicos estão no continente americano. Houve também o registro de retração no número de freiras.

Fonte: Humanitatis

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Brasil foi o que mais censurou Google, deixando a ditadura da Líbia em 2º lugar

Comentário prévio: Mais uma notícia linda para os iludidos que dizem estar tudo bem...!

Só no 1º semestre de 2010, foram 398 solicitações - 270 foram atendidas, 177 por ordem judicial

Google-caffeine-afp-size-598 (AFP)

No primeiro semestre de 2010, o Google recebeu 398 pedidos de retirada de material divulgado em seus servidores. Não se trata, necessariamente, de material jornalístico: muitos se referem a conteúdos abusivos ou ilegais. Nenhum outros país no mundo teve tantos pedidos no mesmo período. O número é o dobro do ostentado pelo segundo colocado da lista, a Líbia. Dos 398 pedidos de remoção recebidos pelo Google do Brasil, 270 foram atendidos, sendo 177 por ordem judicial.

Além disso, às vésperas das eleições 2010, juízes brasileiros emitiram 21 ordens de censura, segundo pesquisa realizada pelo Centro Knight para o Jornalismo, do Texas (EUA). "Esse quadro mostra que a censura e a autocensura, que vem junto, estão atingindo níveis muito sérios no Brasil", disse Carlos Lauria, coordenador do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), que veio ao país apresentar o levantamento Ataques à Imprensa em 2010, segundo a Agência Estado. Ele apresentou ainda texto sobre a situação da imprensa na América Latina. A censura ao jornal O Estado de S. Paulo, que nesta quarta-feira chega ao 565º dia, é o destaque do levantamento. "É espantoso que, num país como o Brasil, um dos maiores jornais seja proibido de noticiar um grande escândalo, que envolve figuras políticas conhecidas. Não consigo imaginar o Washington Post sendo proibido de publicar algo sobre um ex-presidente americano", disse ele.

Lauria vai a Brasília nesta quinta-feira, onde se reunirá com autoridades do Planalto, da Secretaria das Comunicações e dos Direitos Humanos. A agenda inclui uma visita ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O alerta sobre a censura na rede é oportuno. Está nas mãos do governo o projeto que prevê o estabelecimento do Marco Civil da internet, que pretende disciplinar a rede, prevendo direitos e deveres de cidadãos, provedores de acesso e Justiça. Como mostrou reportagem de VEJA, não contramão da via democrática, o texto prevê que seja oficializada a prática judicial brasileira de retirar do ar conteúdos supostamente ofensivos a terceiros. Para isso, basta um pedido à Justiça. Seria, assim, mantida a tradição nacional de manter algum tipo de controle de opinião. Em outras palavras: embora a publicação de qualquer conteúdo esteja salvaguardada pela Constituição, o que afasta a censura prévia, a Justiça manteria a prerrogativa de determinar a retirada de textos, fotos, vídeos e outras formas de expressão da rede – o que configura controle posterior.

Enquanto o Marco Civil não vem, os juízes se apoiam no Código Civil para retirar um conteúdo de circulação. O trecho da lei prevê que "(...) a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade (...)."

A situação é bem diferente em nações com ampla tradição de garantia à livre circulação de ideias. É o caso dos Estados Unidos, insuspeitos quanto à aversão à censura. O artigo 230 do Communications Decency Act (CDA), lei que estabelece responsabilidades na internet, proíbe a retirada do ar de conteúdos em caso de difamação, calúnia ou invasão de privacidade. Nessas situações, cabe apenas punição financeira. Fica evidente que a liberdade de expressão é um pilar tão fundamental da democracia americana que nada deve miná-lo. É um bom exemplo a ser seguido aqui.

Fonte: Veja com Agência Estado

Duas curtas - Kassab, comunistas e oportunismo. Instituto Plínio Corrêa de Oliveira e 2 milhões de nãos ao PNDH-3.

- Comunistas e liberais são todos revolucionários; cada um foi a ponta da lança da Revolução em uma época definida e hoje, que a Revolação está na sua quarta fase, a fase da auto-gestão, onde há tantos liberalismos quanto liberais e tantos comunismos quanto comunistas, eles não vêem escrúpulos em unir-se uns aos outros. Por isso não é nenhuma surpresa que, pela "bagatela" de 1 bilhão de reais, os comunistas do PC do B, que tanto condenam o capitalismo, se tenham aliado agora ao "liberal" e "reacionário" Kassab, que de reação só tem mesmo a flatulência de suas nádegas após os banquetes de suas alianças fétidas; leiam AQUI no blog do Ricardo Setti.

-  O Instituto Plínio Corrêa de Oliveira conseguiu com os seus caravanistas e temabém pelas campanhas na Internet 2,5 milhões de NÃO's contra o PNDH-3, que serão remetidos aos parlamentares na forma de cartões amararelos; a manifestação demonstra como o povo brasileiro é avesso às invenções revolucionárias dos Governos do Brasil, e como se posiciona em defesa  da vida, da família, da propriedade e da religião; agora o IPCO se prepara para mais uma caravana contra o PNDH-3 nas férias de julho, e estão pedindo doações; quem quiser doar alguma quantia, pode ir à página do Instituto; aqueles que puderem, não hesitem, pois o trabalho destes irmãos é belíssimo e muito corajoso e lutam contra um poder econômico que estende raízes até as catacumbas de poderosos organismos internacionais. Meus parabéns ao Instituto Plínio Corrêa de Oliveira e estarei rezando pela continuidade de sua campanha.

Por que trouxe estas duas notícias?

A primeira, para mostrar que a política partidária é uma porcaria que de nada serve ao Brasil atual. Quem cair na tentação de se envolver e perder a cabeça com esta política pensando que servirá de algo, só vai estar perdendo tempo e energia batendo boca com os revolucionários e inimigos da nação numa região que já é deles. Estão o Kassab e o PC do B aí a mostrarem que a restauração do Brasil não virá de um partido político, mas do fim dos que existem.

A segunda, para mostrar que política verdadeira é aquela que vai junto ao povo, restaurando-lhe o senso de sagrado, relembrando-lhe o espírito católico que carregam nas veias e no seio das famílias. Ação política real é trabalhar no bairro, na paróquia, no lar mesmo, contra as imbecilidades que apregoam comunistas e liberais, horrores a Deus e à religião, e não se preocupando com o partido que ganha a eleição ou o governante do discurso mais disfarçado; afinal, me perdoem os termo,s eles são todos o mesmo estrume e estão levando todos o Brasil para o mesmo buraco. Nossa luta não é com eles nem fazendo política para estes vermes, para estes cães vira-latas, os políticos brasileiros; nossa luta é, como a do IPCO, acordando o gigante: o povo brasileiro, povo religioso e conservador. Fará mais que colocar esse povo de novo para rezar o Terço do que elegendo o filho da mãe com o discurso mais suave e que no fundo só quer o mesmo que os outros...
Leiam este meu artigo e entendam o que quero dizer.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dilma pode aumentar impostos em 2012

Para economistas, elevar a carga tributária é a única saída para fechar as contas

Raquel Landim, O Estado de S. Paulo

Restam poucas alternativas à presidente Dilma Rousseff a não ser elevar os impostos. O ajuste fiscal deste ano é factível, mas o governo necessitará aumentar a carga tributária se quiser manter a disciplina das contas públicas em 2012.

O diagnóstico é dos economistas Samuel Pessoa e Felipe Salto, da consultoria Tendência.

Três hipóteses baseiam a análise: a arrecadação não será tão forte (para controlar a inflação, o governo vai desaquecer a economia), os investimentos serão mantidos (grandes eventos esportivos se aproximam, como Copa e Olimpíada), e a regra para o reajuste do salário mínimo prevê forte aumento em 2012.

"Esses objetivos não coexistem sem alta da carga tributária", disse Pessoa, que também é chefe do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV). "A regra do salário mínimo, que faz parte do contrato social estabelecido com a população, requer mais transferências públicas".

Pelas regras em vigor, o salário mínimo subiria de R$ 545 este ano (proposta defendida pelo governo) para R$ 620 em 2012, o que significa um gasto adicional de cerca de R$ 25 bilhões.

Pessoa acredita que o governo vai tentar recriar a CPMF, o imposto do cheque, agora que tem maioria no Senado e na Câmara. Quando foi extinta, a CPMF garantia uma receita de R$ 40 bilhões.

Para Felipe Salto, da Tendência, outra alternativa é elevar os royalties para a extração de minério, o que seria politicamente menos complicado.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Medidas de Dilma mostram que há uma crise ameaçando o Brasil (posso dizer "eu avisei"?)

Quando eu dizia ano passado, em discussões que me envolvi, que não existe nenhuma galinha dos ovos de ouro infinita que sustente, de uma vez só, a maior burocracia estatal do mundo (uma infinidade de funcionários públicos, numa infinidade de Ministérios e repartições, que cuidam até de cogumelos e passarinhos), que sustente também uma dívida pública de quase R$ 2 trilhões (1,6 tri em 2010, com previsão de 2,3 tri para 2011), além de uma outra infinidade de programas de esmola, alguns diziam que não era bem assim...

Quando eu dizia que em breve o Governo teria de fazer um corte drástico nos gastos, que Dilma pegaria uma bomba-relógio preparada pelo Lula, entraria num governo cheio de dívidas e de funcionários a pagar sabe-se lá com que dinheiro, me diziam que eu estava doido e só desejando mal (ahh, esse péssimo costume de confundir realismo com "rogar pragas"...).

E quando eu falava que a farra dos concursos públicos promovida pelo Lula (que lançava concursos como quem trocava figurinhas) ia acabar em breve, aí a coisa piorava e me diziam que eu estava pirado (mexeu com o único plano profissional de boa parte da juventude, mexeu com a vida!).

Pois bem, saiu hoje a notícia do novo orçamento, com um corte de R$ 50 bi e a suspensão dos concursos públicos, auditoria nos pagamentos dos servidores públicos (já que são muitos e quase não se tem dinheiro para todos, melhor ver se se está pagando tudo direitinho, não é?), entre outras medidas para redução drástica de gastos. Afinal, o cidadão brasileiro não é uma fonte infinita de impostos...

Acertei em tudo que eu disse.

Ah, e a inflação está alta, e vocês sabem que inflação é um dos primeiros sinais de crise econômica (e ano passado eu dizia a estes meus oponentes de debate que uma viria em breve para nós; mas me diziam que eu só era um "profeta de desgraças" que torcia contra o Governo; não, meus caros, sou apenas alguém que observa os sinais dos tempos e consegue prever com algum grau de acerto o que acontecerá; e está aí a inflação alta como sintoma da crise que eu disse; será controlada? Veremos...). 

Além de que o dólar está caindo (pois a Obama acha que produzir papel-moeda é o mesmo que produzir riqueza, gente!), e - como eu dizia a estes oponentes de debate que me taxavam de doido varrido - é o dólar alto que sustenta os preços bons de nossos produtos lá fora:  resumindo, dólar baixo é igual a produto mais barato que é igual a menos dinheiro. Acaba a galinha dos ovos lá fora, como acaba a daqui de dentro...

A Presidente está tomando a únicas medidas [corretas, aliás; alguma hora teriam que fazer, não é?] que pode tomar para amenizar a explosão desta bomba-relógio, há muito preparada por uma política estatólatra e irresponsável, que só agigantou o Estado e nos retira todo ano 5-7 meses de salário para impostos; política da qual, aliás, ela mesma fez parte. Que colha os frutos agora...

Vejam a notícia:

Governo anuncia corte de R$ 50 bilhões no orçamento de 2011

A redução de gastos atinge todos os ministérios, mas preserva os programas sociais e obras do Programa de Aceleração do Crescimento.

Um dia depois de o Brasil tomar conhecimento de que a inflação de janeiro foi a maior dos últimos oito anos, o governo anunciou um corte bilionário no orçamento de 2011. A redução de gastos atinge todos os ministérios, mas preserva os programas sociais e obras do Programa de Aceleração do Crescimento.

O anúncio dos cortes no orçamento foi feito pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. O corte total será de R$ 50 bilhões, em todos os ministérios. Será feita uma auditoria na folha de pagamento para verificar irregularidades. Concursos públicos estão suspensos. Nomeações de quem já foi aprovado, também. Serão reduzidas ainda as despesas com energia, água, telefone e material de consumo.

Na semana que vem, a presidente Dilma Rousseff vai publicar um decreto determinando a redução, pela metade, da despesa com passagens e diárias de funcionários. O decreto também vai proibir a compra, reforma e aluguel de novos imóveis para o governo e suspender a compra de carros. As emendas dos parlamentares também vão sofrer cortes.

Os ministros ressaltaram que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os programas sociais serão mantidos e que o governo fez todos os cálculos tendo em conta um salário mínimo de R$ 545.

Para o economista Simão Davi Silber, o governo tem que cortar agora, porque gastou demais nos anos anteriores. “No final de 2008, o governo achou que tinha licença para gastar de uma maneira desbragada. O país saiu da crise, e o governo continuou gastando. Agora está chegando a hora da verdade. Vai ter que colocar o pé no breque”, declarou.

Com o corte de gastos públicos, diminui o dinheiro em circulação na economia. Isso ajuda a reduzir a inflação, que é a maior preocupação do governo neste momento.

“Nós vamos continuar perseguindo a meta inflacionária, não vamos permitir que a inflação extrapole, supere os limites da meta que está estabelecida. E a maior ação que estamos fazendo agora é reduzindo os gastos do governo, que caminharão nessa direção”, declarou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lula chama sindicatos de oportunistas por reivindicar mínimo maior

DACAR - Depois de 37 dias de silêncio sobre questões governamentais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quebrou o silêncio nesta segunda-feira, 7, em Dacar, no Senegal, para chamar os 'colegas sindicalistas' de 'oportunistas' por estarem pleiteando um salário mínimo superior aos R$ 545 oferecidos pelo governo. O ex-presidente cobrou ainda que os sindicatos mantenham a palavra empenhada no acordo firmado na sua gestão, que prevê o reajuste do mínimo a partir da soma do índice de inflação anual e da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nos dois anos anteriores.As críticas foram feitas pouco antes de seu discurso como convidado do 11o Fórum Social Mundial (FSM), em Dacar, no Senegal. Até então, Lula não demonstrava intenção de falar naquele momento aos jornalistas, mas ao ser questionado sobre o salário mínimo, na saída do hotel Terrou-Bi, entre um encontro com o presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, e sua participação no fórum, o ex-presidente parou e demonstrou sua insatisfação com os rumos da controvérsia.

Demonstrando contrariedade com a reivindicação dos sindicalistas, Lula lembrou da participação dos sindicatos na discussão do acordo com o Ministério da Previdência que resultou na atual política de reajustes. 'Isso foi um acordo feito com os dirigentes sindicais quando o (Luiz) Marinho era o ministro da Previdência. Foi combinado que o reajuste seria feito com base no PIB e na inflação até 2023 para que a gente pudesse recuperar definitivamente o salário mínimo', lembrou o ex-presidente.

A seguir, Lula disparou: 'O que não pode é nossos colegas sindicalistas quererem a cada momento mudar as regras do jogo. Ou você tem uma regra, aprova na Câmara e vira lei e todo mundo fica tranquilo, ou você fica como o oportunista'. Então, ironizou as reivindicações dos sindicatos, que pediram ao governo a antecipação para este ano do reajuste previsto para 2012. 'Quando a inflação é maior você quer antecipar, quando o PIB é menor, você quer antecipa', reclamou, antes de exemplificar: 'Se é verdade que nesse ano o PIB mais a inflação ia dar zero, no outro ia dar 8%. Então tem a compensação'.

Demonstrando interesse pelo tema, Lula ressaltou mais de uma vez que a norma de reajuste do mínimo não foi estabelecida pelo seu governo, mais em conjunto com os movimentos trabalhistas. 'Eu penso que seria prudente (sic) que os nossos companheiros sindicalistas soubesses que a proposta não é do governo', argumentou. 'A proposta é uma combinação entre todos nós. Eu espero que eles façam acordo.'

Apesar do opinar sobre o tema, Lula disse que não aceitaria mediar um acordo entre o governo de Dilma Rousseff e os sindicatos. 'Não, porque não é tarefa minha conversar. É da Dilma e do Congresso', ponderou. 'O Congresso está lá para tomar conta dessa história.' Questionado se não se sentia à vontade na eventual função de negociador, o ex-presidente disse que não haveria problemas. Mas insistiu não ser necessário. 'Me sinto à vontade, porque sou amigo dos dirigentes sindicalistas, somos companheiros', disse. 'Mas eles estão conversando com o governo e com o ministro Gilberto Carvalho (secretário-geral da presidência, que também está no Senegal liderando a comitiva brasileira no fórum) e acho que vão entrar em um acordo.'


Comentário: O que os "companheiros" precisam entender em suas reivindicações por salário mínimo mais alto é que a administração irresponsável dos seus camaradas deixou pronta uma bomba-relógio de dívidas (a Dívida Interna está em 1,3 trilhão...) e uma burocracia estatal inchada, maior que a da URSS. Não é uma questão de acordo ou de opção para Dilma e o PT: simplesmente eles não têm de onde tirar mais dinheiro, pois a "galinha dos ovos de ouro" do governo, o cidadão que paga impostos abusivos para sustentar os camaradas, já está quase que completamente sufocada...
Assim, gostem os sindicalistas ou não, aumentos não são opção: é muito funcionário público para pagar, em mais repartições do que deveria haver, muitas dívidas e juros destas dívidas para amortizar e pouco lugar de onde tirar dinheiro. O Lula deixou para a Dilma um abacaxi com areia...
E isso é conseqüência natural da política estatólatra e irresponsável do PT. Não há para onde correr.